18.2.03

Fotos do Aniversário da Marta



Veja as fotos aqui.

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9.2.03

Concerto de piano



Para ver as minhas fotos que foram escolhidas para o material de divulgação do concerto do André e do Luis Fabiano, clique aqui.

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29.1.03

As fotos de Búzios



Basta clicar aqui.

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1.1.03

Fotos minhas na festa da posse







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23.12.02

Ensaio





"Mirian Fichtner, 39 anos, tem o currículo carimbado pelos prêmios Nikon, Vladimir Herzog e Cláudio Abramo de fotojornalismo. Gaúcha graduada em Comunicação pela PUC-RS, estreou no Zero Hora de Porto Alegre e, no Rio de Janeiro há 15 anos, fez carreira nas redações de O Globo, O Dia, Jornal do Brasil, Isto É e Época, onde atualmente assina a coordenação de fotografia da sucursal. Para este ensaio, Mirian pescou em seu arquivo variações em torno do mesmo tema, a água do Brasil. Cada foto é parte da história de uma reportagem, ainda que o conjunto aqui reunido tenha a harmonia de um olhar único. Talento não se fragmenta."

O ensaio completo, publicado no nominimo, está aqui.



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Ensaio





Milton Montenegro, 48 anos, é autodidata compulsivo, um fotógrafo chegado a experimentos. Ganhou a primeira câmera aos 5 anos, presente da avó, e continua aprendendo até hoje. Padrinho de casamento da computação gráfica com a fotografia no Brasil, Montenegro fez também história nas capas dos discos de Cartola, Gal Costa, Egberto Gismonti... Mestre em plasticidade, humaniza formas urbanas e cria cenários com a paisagem humana. Milton Montenegro é um caçador de imagens. As que mostra neste ensaio inédito foram capturadas no Marrocos, “sonho-tornado-realidade” em suas andanças. “Para onde você olha, há uma foto à espera de ser feita.” A opção pelo p&b é uma decorrência da eterna viagem onírica do artista.

O ensaio completo, publicado no nominimo, está aqui.



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Ensaio





Tezturas: Imagens elaboradas a partir da observação da “pele” de vários elementos da Natureza, pedras, penas, folhas, flores, água, areia, crostas sempre presentes no trabalho da fotógrafa Lena Trindade. Captadas pela câmara estas superfícies expõem seus desenhos secretos, seus traços geométricos, seus jogos de cor e sombra. Cabe ao olho da fotógrafa descobrir estas sutilezas e à câmera revelar a beleza oculta na pele dos bichos, na crosta das árvores, na perenidade da pedra, na fugacidade da areia e da água. O resultado é viagem de cor e beleza. (Abel Silva).

O ensaio completo, publicado no nominimo, está aqui.

25.11.02

Exposição mostra locais exóticos e pouco conhecidos no mundo


da Folha de S.Paulo



A exposição "Um Olhar Estrangeiro", do fotógrafo paulistano Caio Vilela, é aberta hoje, às 20h30, na Faculdade de Belas Artes de São Paulo (r. dr. Álvaro Alvim, 76, Vila Mariana, tel. 5576-7300).

Ele apresenta uma visão particular de culturas estrangeiras, isoladas e diversas, como os fundamentalistas islâmicos do Iêmen, os refugiados tibetanos do deserto de Ladakh e as tribos selvagens da Etiópia.

O evento, que acontece até 10 de dezembro, das 9h às 22h, recolhe parte do trabalho dos últimos dez anos do profissional em mais de 40 países. A mostra é apoiada pela Folha Online.

Veja galeria de fotos aqui.

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11.11.02

O Brasil dos Pioneiros





A Igreja de Santa Luzia, no Rio de Janeiro, eternizada por Laemmert em fotografia de 1885, é apenas uma das centenas de preciosidades das quais é continente o Dicionário Histórico-Fotográfico Brasileiro, fruto do trabalho do pesquisador Boris Kossoy, que será lançado nos próximos dias. O autor da foto, Eduardo Laemmert, com o irmão, Henrique, fundou a E. e H. Laemmert, que se tornaria o mais importante estabelecimento gráfico do país no século XX. Donos de papelaria, livreiros e editores lançaram o Almanaque Laemmert, que acompanhou várias gerações de estudantes a partir de 1844. Do Dicionário, numa seleção feita por Marcos Sá Corrêa, um pouco da obra genial desses pioneiros da imagem compõe o ensaio que está aqui.

Veja também artigo do Marcos Sá Correia no nominimo.

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31.10.02

When Stealing is not Stealing ?



"É contra a lei tocar rádio em lugares públicos sem pagar direitos autorais às sociedades arrecadadoras.
Imagine que uma loja qualquer deixe o rádio ligado para os empregados não morrerem de tédio. Um cliente entra na loja, ouve uma música, gosta, sai dali e compra o disco. Será que cliente está cometendo um roubo, já que ouviu a música numa apresentação ilegal ? Se não, em que isso difere das pessoas que baixam músicas na internet mas que continuam a comprar discos baseadas no que ouvem dos arquivos que baixam ?

O copyright foi inventado para evitar que editores pudessem roubar trabalhos, publicando-os para obter lucro. Ele não foi pensado para evitar que alguém pudesse fazer a cópia de uma única página, ou uma única cópia do livro. Claro que não há razão para se copiar um livro quando é mais barato e mais prático comprar um na livraria.
O que aconteceu no caso dos dowloads de música (e em outros) é que a tecnologia mudou o perfil econômico dessas indústrias e o conceito moral sobre ser ou não ser roubo não muda esse fato simples".

Esses trechos (em tradução livre do editor) estão no artigo When is Stealing not Stealing?, do John Dvorak, na PC Magazine.

A discussão é muito interessante e já é continuação da que foi iniciada num artigo anterior, One Buck Forty or Die , também ótimo.

Vale a pena dar uma olhada nos dois.

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24.10.02

Ensaio: Dilmar Cavalher





Dilmar Cavalher, 39 anos, estudou Belas Artes mas em 1985 já tinha migrado para a fotografia. Estagiou no Jornal do Brasil e ficou por lá seis anos. Apaixonado pela natureza, achou que com sua lente podia ajudar a mudar uma paisagem medonha, a da imundície da baía de Guanabara. Com devoção de militante, há seis anos embrenhou-se em favelas e escolheu pontos de vista da baía inusitados, mas perigosos. "Ia com meu carro e equipamento caro. Hoje não dá nem para pensar." O portfolio de Dilmar é eclético. Gosta de natureza, mas também de clicar pessoas. "Não dá beijinho que ela não gosta", preveniu o repórter quando foi fotografar Cássia Eller. A primeira coisa que ela fez foi beijá-lo. "Era uma pessoa ótima, nada arrogante", diz.

Veja as fotos aqui.

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1.10.02

Ensaio: Juvenal Pereira





"Juvenal Pereira, 55 anos, tem estrada. Foi fotógrafo de O Cruzeiro, Zero Hora, Jornal de Brasília, Correio Brasiliense, Veja, Istoé, Estadão e Folha de SP. Nos intervalos da tensão do dia-a-dia das redações, pautas com gente de música sempre lhe renderam bons momentos pessoais e de trabalho. Por suas lentes passaram a magia de Miles Davis no palco, o raro flagrante de uma gargalhada do Rolling Stones Charlie Watts e o pequeno show particular que Raul Seixas fez para o fotógrafo. Mineiro de Romaria, Juvenal vive em São Paulo desde 1981 e atualmente desenvolve projetos longe das redações. Foi curador da exposição “Antes, durante e depois – NY 11 de setembro World Trade Center” e seu trabalho pode ser visto a partir de sexta-feira (27) na mostra “Diálogos íntimos”, em parceria com o fotógrafo Antônio Pinheiro, na Galeria Bet Gallo, em São Paulo. "

Esse cara é do tempo em que me mudei prá Brasília. A foto e o texto acima são de um ensaio publicado no NOMINIMO.
Lá, em destaque, a foto do Luis Melodia.

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14.9.02

Estou de férias em setembro.
Meus posts podem ser lidos em

www.coralbrasilia.blogger.com.br

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11.8.02

Página do Evandro Teixeira, fotojornalista




Essa é mais uma dica da Cora.
Veja o site aqui.

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1.8.02

Ensaio Fotográfico





Luiz Braga, 45 anos, nasceu em Belém do Pará e se encantou com as belezas do cotidiano de sua terra mais ou menos na mesma época em que descobriu a fotografia. O casamento dessas duas paixões já dura mais de 25 anos sem sinais de desgaste. Não convidem Luiz Braga para trabalhar no Rio ou em São Paulo. Dorrit Harazin tentou uma vez, em 1984, e recebeu como resposta um singelo “não, obrigado”. Anos depois, durante uma exposição do fotógrafo em São Paulo, a jornalista cochichou-lhe: “você fez muito bem em ter ficado por lá”. São de Luiz Braga algumas das representações gráficas mais legítimas do Norte do país, com suas morenas Yaras, seus caboclos sarados pelo trabalho, suas luzes coloridas, seus ritos festivos, à margem dos rios e da banalidade miserável que virou cartão postal desse Brasil. As crianças deste ensaio – fotografadas em Belém, Ilha de Marajó e outras pérolas da foz do Amazonas – imprimem felicidade à simplicidade. É nessa linha de trabalho que Luiz Braga, em parceria com o poeta João de Jesus Paes Loureiro, prepara um calendário de 2003. Em foco, a infância justa, desejável, que, vê-se aqui, já existe. Carece ser mostrada com delicadeza e criatividade.

Veja o ensaio aqui.
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O Brasil visto do alto



O Globo, 01/08/2002

Camila Pohlmann



A idéia era aventureira: seguir a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas, fotografando o que aparecesse pela frente, até dar no mar. Do alto e do chão, o resultado dá sentido à velha máxima das salas de aula, que rezava: "o Brasil é um país de dimensões continentais". As 80 imagens - selecionadas de um total de mais de dez mil cromos - estão agora expostas num lugar bem adequado à viagem do fotógrafo Zig Koch: o aeroporto Santos Dumont.

- Recuperar o traçado foi uma missão difícil, pois as mudanças, em mais de meio milênio de ocupação, foram muito grandes. Muitas referências simplesmente não existem mais, assim como boa parte das tribos indígenas, das florestas e dos magníficos animais que nelas viviam - conta o curitibano de origem alemã, especialista em fotografar a natureza, com trabalhos publicados em publicações importantes como a National Geographic.

Fotografia aérea dá melhor noção do espaço nacional

As imagens registram a área compreendida entre a antiga linha imaginária do Tratado das Tordesilhas - que dividia o continente sul-americano entre Portugal e Espanha - e o Oceano Atlântico, tendo como pontos de referência os principais rios brasileiros e alguns trechos do litoral de difícil acesso.

- O esforço foi maior na visão aérea que possibilita uma abstração do detalhe e um entendimento mais claro das grandes paisagens. Por meio dessa linguagem, tentei mostrar e entender como os primeiros europeus viram o Brasil - explica o fotógrafo.

A exposição "Brasil de Tordesilhas" faz parte de um grande projeto que vai circular por diversas cidades do país. A primeira cidade foi Brasília; depois de um mês no Rio, a mostra segue para Recife, Curitiba e São Paulo.

BRASIL DE TORDESILHAS Espaço Cultural Infraero: Aeroporto Santos Dummont — Praça Senador Salgado Filho s/nº, Centro. Diariamente, 24 horas.

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21.6.02

ENSAIO





Bruno Veiga, 38 anos, é um profissional inquieto. Pensa fotografia numa velocidade superior ao clique. O projeto A Cara do Samba caiu-lhe como uma ficha ao ser convidado pelo produtor Paulinho Albuquerque a fotografar 15 compositores da Velha Guarda para o material de divulgação do disco Meninos do Rio. Inspirado pelas imagens que eternizaram o jazz na câmara de William Claxton e pelo fenômeno cubano do Buena Vista, Bruno compôs com Ney Lopes, Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho uma lista de outros 35 nomes da fina flor do canteiro do samba. O projeto foi viabilizado agora em julho por uma bolsa da Rio Arte e, até meados do ano que vem, a música brasileira ganhará uma galeria de 50 retratos em close feitos com luz de estúdio em negativo 6x6 p/b. A cada clique, uma revelação: “O Nelson Sargento é um artista, parece a Gisele Bündchen, não tem medo da fotografia”, diz Bruno.

Veja mais fotos e outros ensaios aqui.

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PAC MAN !!!!













Esta dica está na Cora:




"Há um texto maravilhoso na edição de hoje da Salon sobre o Pac-man, um jogo que marcou época e foi responsável por trazer os arcades, até então restritos a ambientes mais ou menos duvidosos, para o mainstream da cultura popular. A verdade é que, apesar do desenvolvimento da tecnologia e a subseqüente sofisticação dos jogos, nunca houve um game como ele. "





E o melhor é que dá prá jogar online aqui.



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O insatisfeito Muddy Waters



A saga do cantor e guitarrista que nos anos 40 abriu o caminho para o rock ao eletrificar o blues é relatada em livro de Robert Gordon



"Can´t Be Satisfied: The Life and Times of Muddy Waters", de Robert Gordon. Little Brown and Company, 320 págs, US$ 25,95

Veja o artigo aqui.

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Elvis forever



Nos 25 anos de sua morte, Elvis Presley desbanca os Beatles, quebrando um recorde da banda, é tema de vários livros e tem discos relançados



Veja o artigo aqui.

Ou o depoimento do seu primeiro produtor aqui.

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A magia do amor



Primeira estrela do rock brasileiro, Celly Campello conta por que trocou o glamour de um carreira grandiosa pela segurança de um casamento


Veja o artigo aqui.

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Editora resgata quadrinhos clássicos em relançamentos




Uma das maiores manifestações pop do século passado, os quadrinhos hoje em dia desfrutam do status de arte, com produções cada vez mais rebuscadas e caprichadas, graphic novels lançadas como se fossem filmes. Com tudo isso, nada como um bom quadrinho tradicional de humor, as tirinhas de comics (que acabaram virando sinônimo de qualquer tipo de quadrinhos, mesmo os não cômicos), para tudo virar detalhe.

É o caso dos títulos clássicos que estão sendo (re)publicados no Brasil pela editora Opera Graphica, dentro da série “Opera King”, como “Pinduca” (“Henry”), “Os Sobrinhos do Capitão” (“Katzenjammer Kids”), “Hagar” e “Recruta Zero” (“Beatle Bailey”), todos distribuídos pela King Features.



Veja o artigo aqui.

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10.6.02

Um passeio online pela Cidade-Luz em 1900



Elis Monteiro, em O Globo

ACidade-Luz, como a charmosa capital francesa é conhecida, passou por importantes transformações tecnológicas e culturais de 1900 aos dias atuais. Claro que os cenários, hoje, não são exatamente os mesmos daquela época, assim como a efervescência cultural que tomou a capital de assalto. Mas os apaixonados por Paris podem conferir, de perto, curiosidades, objetos e obras de arte na exposição "Paris 1900" (em cartaz no CCBB até 21 de julho), e pela internet, neste site.

Desenvolvido pela empresa de webdesign Eye4Web, o site prima pela elegância e pela simplicidade, dois aspectos fundamentais para uma navegação de qualidade. Assim como a exposição "real", o internauta pode passear pelas salas do CCBB, entre elas "O Petit Palais e a Exposição Universal de 1900", "Paixões de Sarah Bernhardt", "A Parisiense" (que retrata a mulher parisiense da época, seus costumes e sua perfeição como anfitriã), "O Cotidiano (O Naturalismo)","Simbolismo e Buscas Espirituais", "Mestres do Art-Nouveau e George Deraisme", "Escultura de Deraisme", "Desenhos de Charles Jaqueau" e "Ambroise Vollard".

- A proposta da exposição é fazer uma retrospectiva do começo do século XX pela ótica do glamour e das inovações tecnológicas - diz Bianca Vega, responsável pelo projeto. - O processo de reprodutibilidade das obras na época pode ser comparado com a era da internet.

A Torre Eiffel acompanhada do Globo Celeste, na rede

Duas das imagens mais interessantes do site são a que mostra a Torre Eiffel acompanhada do Globo Celeste, na sala "O Petit Palais e a Exposição Universal de 1900", e a escultura "Amor e Psique", de Auguste Rodin, em "Buscas Espirituais (Os Simbolistas)".

O site também traz músicas, download de wallpapers e a planta do CCBB para facilitar a vida dos visitantes que prefiram conferir a exposição de perto:

- O site e a exposição mantiveram o espírito da Paris de 1900 - diz Christian Laurito, diretor de arte da Eye4Web.

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Aulas de direção



Deu no Carlos Alberto Teixeira, Globonews

RIO - 'Yes & No' é o impagável filme deseducacional de Bruno Bozzetto, produzido em Flash, dica de um amigo australiano, Bernie Orenstein. Diz-me como diriges e te direi o tipo de idiota que és é o mote da animação, que ensina como se deve ou não dirigir um automóvel. Atenção para a brilhante trilha musical de Roberto Frattini, mesmo que meio politicamente incorreta às vezes. Na web em aqui.

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