31.10.02

When Stealing is not Stealing ?



"É contra a lei tocar rádio em lugares públicos sem pagar direitos autorais às sociedades arrecadadoras.
Imagine que uma loja qualquer deixe o rádio ligado para os empregados não morrerem de tédio. Um cliente entra na loja, ouve uma música, gosta, sai dali e compra o disco. Será que cliente está cometendo um roubo, já que ouviu a música numa apresentação ilegal ? Se não, em que isso difere das pessoas que baixam músicas na internet mas que continuam a comprar discos baseadas no que ouvem dos arquivos que baixam ?

O copyright foi inventado para evitar que editores pudessem roubar trabalhos, publicando-os para obter lucro. Ele não foi pensado para evitar que alguém pudesse fazer a cópia de uma única página, ou uma única cópia do livro. Claro que não há razão para se copiar um livro quando é mais barato e mais prático comprar um na livraria.
O que aconteceu no caso dos dowloads de música (e em outros) é que a tecnologia mudou o perfil econômico dessas indústrias e o conceito moral sobre ser ou não ser roubo não muda esse fato simples".

Esses trechos (em tradução livre do editor) estão no artigo When is Stealing not Stealing?, do John Dvorak, na PC Magazine.

A discussão é muito interessante e já é continuação da que foi iniciada num artigo anterior, One Buck Forty or Die , também ótimo.

Vale a pena dar uma olhada nos dois.

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24.10.02

Ensaio: Dilmar Cavalher





Dilmar Cavalher, 39 anos, estudou Belas Artes mas em 1985 já tinha migrado para a fotografia. Estagiou no Jornal do Brasil e ficou por lá seis anos. Apaixonado pela natureza, achou que com sua lente podia ajudar a mudar uma paisagem medonha, a da imundície da baía de Guanabara. Com devoção de militante, há seis anos embrenhou-se em favelas e escolheu pontos de vista da baía inusitados, mas perigosos. "Ia com meu carro e equipamento caro. Hoje não dá nem para pensar." O portfolio de Dilmar é eclético. Gosta de natureza, mas também de clicar pessoas. "Não dá beijinho que ela não gosta", preveniu o repórter quando foi fotografar Cássia Eller. A primeira coisa que ela fez foi beijá-lo. "Era uma pessoa ótima, nada arrogante", diz.

Veja as fotos aqui.

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1.10.02

Ensaio: Juvenal Pereira





"Juvenal Pereira, 55 anos, tem estrada. Foi fotógrafo de O Cruzeiro, Zero Hora, Jornal de Brasília, Correio Brasiliense, Veja, Istoé, Estadão e Folha de SP. Nos intervalos da tensão do dia-a-dia das redações, pautas com gente de música sempre lhe renderam bons momentos pessoais e de trabalho. Por suas lentes passaram a magia de Miles Davis no palco, o raro flagrante de uma gargalhada do Rolling Stones Charlie Watts e o pequeno show particular que Raul Seixas fez para o fotógrafo. Mineiro de Romaria, Juvenal vive em São Paulo desde 1981 e atualmente desenvolve projetos longe das redações. Foi curador da exposição “Antes, durante e depois – NY 11 de setembro World Trade Center” e seu trabalho pode ser visto a partir de sexta-feira (27) na mostra “Diálogos íntimos”, em parceria com o fotógrafo Antônio Pinheiro, na Galeria Bet Gallo, em São Paulo. "

Esse cara é do tempo em que me mudei prá Brasília. A foto e o texto acima são de um ensaio publicado no NOMINIMO.
Lá, em destaque, a foto do Luis Melodia.

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