26.4.02

O Divino vem em maio e esquenta o interior



Festa religiosa incorpora folclore e tradições regionais diferentes em cada canto do Brasil



Pirenópolis, município de Goiás, é palco da mais conhecida Festa do Divino do país, que vai do dia 18 até 21 de maio, atraindo perto de 30 mil turistas. O ponto alto da festa são as cavalhadas, reprodução fiel da batalha de Carlos Magno contra os mouros, ocorrida no século VI, em Portugal. Cavaleiros cristãos vestidos de azul, a cor do cristianismo, lutam contra cavaleiros mouros, de roupa vermelha. Mais de 60 pousadas, casas e chácaras de aluguel recebem os visitantes. "Tem gente que aluga até o quintal de casa", conta o secretário de Cultura e Turismo da cidade, Itamar Gonçalves.

Veja o artigo aqui.




Caderno e "onredac" para anotar as idéias de artista






O designer gráfico Guto Lacaz e a nova coleção: cadernos lúdicos com instrução de uso para adultos e crianças

Veja o artigo aqui.







Gastronomia em Pirenópolis





Veja o artigo aqui.



Tutoriais do Photoshop e outros macetes de design





Veja aqui.

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24.4.02

Cartazes !!!







Encontrei num blog essas dicas de sites com cartazes:

- russos
- russos, cubanos e chineses
- mais russos
- ainda mais russos
- outros.




É matéria de estudo super interessante, principalmente para os interesados em desgin !













Logomarcas !!! Milhares delas !!!!!




Da mesma fonte, seguem sites com logomarcas:

- logotypes.ru
- findlogo.com
- logo.nino.ru



23.4.02

Uma viagem pela biblioteca de Mindlin





"Biblioteca Mindlin - Um Mundo em Páginas", De Cristina Fonseca. Segunda, às 20h30 no CineSesc (rua Augusta, 2.075, São Paulo), para convidados. No domingo, no mesmo local, às 13h, aberto ao público. A STV transmitirá o documentário no sábado às 21h e aTV Cultura, no dia 25 de maio, às 21h.

"Um passeio pelo labirinto de livros de José Mindlin, o maior bibliófilo do Brasil, é uma experiência agradável. Pela lente de Cristina Fonseca, no entanto, torna-se uma viagem enriquecedora. "

Veja artigo completo aqui.

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iToilet para todos os gostos !





A dica é do C@t:

RIO - A ousadia visual que caracteriza o design dos produtos da Apple é odiada por alguns e adorada por outros. A reboque do espírito inovador da empresa, abusando de formas arredondadas e cores vibrantes, Stephen Murray, vulgo Electric Chicken, ofereceu ao mundo em março passado o "iToilet" , uma paródia do iMac.

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Cineastas viram publicitários e vice-versa



Por Marcelo Lyra, Valor Econômico, 25/04/02

Com o desenvolvimento da tecnologia e as altas cifras de propaganda, as duas áreas estão cada vez mais próximas

Cinema e publicidade são caminhos próximos que, não raro, se cruzam. Isso porque as maiores agências de publicidade preferem filmar seus comerciais em película de 35 milímetros, a mesma usada no cinema. A qualidade final da imagem é muito melhor. Essa proximidade faz com que muitos diretores de cinema acabem cooptados pelas agências de publicidade, indo filmar garrafas de cerveja e maços de cigarro. Não raro, acabam seduzidos pelo canto da sereia - leia-se: melhores salários - e deixam o cinema em segundo plano.

Mas há quem faça o caminho inverso, como as produtoras O2 e Conspiração Filmes, que começaram na publicidade e hoje são respeitadas também no cinema. Muitos diretores de publicidade, por conta da experiência adquirida nos sets de comerciais, também acalentam o sonho de dirigir um longa-metragem.

Ninguém fala abertamente em cifras mas, em média, as agências de publicidade pagam de duas a três vezes mais do que produtoras de cinema. A fartura financeira da publicidade também provoca um fenômeno curioso. A publicidade pode dispor de tecnologia de ponta, tanto em equipamento quanto em efeitos especiais e softwares digitais.

O desenvolvimento dessa mão-de-obra acaba beneficiando o cinema, que pode recorrer a técnicos mais capacitados e tecnologia sempre que necessário. "Nos Estados Unidos, o caminho é inverso. A publicidade é que se beneficia do investimento tecnológico desenvolvido pela indústria de Hollywood", explica José Augusto de Blasiis, diretor dos Estúdios Mega, uns dos mais completos estúdios para cinema e publicidade do Brasil.

Apesar de a publicidade representar a maior parte do faturamento da Mega, a empresa acaba de inaugurar uma nova ala do Megacolor, um moderno laboratório para finalização de filmes, que será destinado apenas ao cinema. "Temos condições de realizar todas as etapas da finalização de filmes numa única casa, o que facilita a vida do diretor." Segundo ele, a idéia é aumentar mais a participação da empresa em cinema.

No Mega e em outros estúdios, a publicidade garante o investimento em técnicas como finalização digital. "A maior parte do nosso faturamento vem da publicidade. O cinema acaba usando horas ociosas do equipamento", explica Blasiis. Ele cita o caso do filme "O Invasor", de Beto Brant, como um exemplo da utilização de alta tecnologia. "O filme fez um blow-up eletrônico (ampliação de 16 milímetros para 35) e recebeu a finalização em digital, o que permitiu efeitos visuais de última geração que já vinham sendo usados na publicidade."

O caso da produtora O2 é emblemático. Ela foi criada em 1991 e desde então realiza propagandas de sucesso, como a série da C&A e os comerciais da Brastemp. No entanto, seus diretores Nando Olival, Fernando Meireles e Paulo Morelli são apaixonados por cinema e sonham fazer da atividade um negócio. "Fizemos o filme 'Domésticas' em 2000 com um orçamento bem pequeno. Em compensação, podíamos contar com a infra-estrutura da empresa, como câmeras, equipamento de iluminação e pessoal de apoio, o que ajudou a baratear os custos", explica Morelli.

Ele está finalizando seu primeiro longa, "Viva Voz", com um orçamento de menos de R$ 1 milhão e o mesmo esquema de aproveitamento periférico da infra-estrutura da empresa. "Usei a área do depósito e da marcenaria da O2 para montar os cenários e filmei muitas externas na própria rua e em outros cantos da empresa", lembra ele. Para manter a produção de cinema, a O2 precisa dispor de um departamento para cuidar da captação de recursos. "No total, a empresa é dividida em 95% para a publicidade e 5% para cinema, mas esperamos que isso cresça."

A carioca Conspiração Filmes, a segunda maior produtora de publicidade do Brasil, dedica-se também ao cinema, obtendo reconhecimento internacional, com filmes como "Eu, Tu Eles" ou "Surf Adventures". A empresa surgiu em 1991 com o objetivo de fazer cinema, mas como era uma época ruim, com o fim da Embrafilme, começaram com videoclipes e especiais para a TV. "Em 1993 criamos um departamento de publicidade que cresceu muito e hoje responde por 70% do faturamento", explica Leonardo Monteiro de Barros, sócio-diretor da Conspiração. Só em 1996 a empresa conseguiu estruturar-se para produzir o primeiro longa-metragem, "Traição", baseado em três histórias de Nélson Rodrigues.

Ao contrário do que se pensa, o contato com as empresas na publicidade não facilita a captação de recursos para filmes. "Na publicidade, o contato com a Conspiração se faz via agências de publicidade, enquanto a captação de recursos é feita diretamente nas empresas, em outro departamento", explica Barros. A principal vantagem de transitar entre os dois mundos é que os técnicos estão sempre se aperfeiçoando. Há também o lado dos custos. "Como somos grandes consumidores, é possível negociar negativos, revelação e equipamento a preços bem melhores." Para ele, as semelhanças entre cinema e publicidade param na área técnica. "O cinema é mais lento e elaborado. Mal comparando, o cinema é uma maratona de 10 quilômetros, enquanto a publicidade é uma corrida de 100 metros."

O diretor de publicidade e fotógrafo de cinema Carlos Ebert começou nas duas áreas quase ao mesmo tempo. No início dos anos 70, dirigiu o longa "República da Traição", censurado pelos militares, e desde então dirige comerciais e fotografa filmes. Para ele, o cinema é arte, enquanto a publicidade é venda. "Na publicidade, a linguagem segue os modismos do cinema americano. Para pegar carona no sucesso, é comum ver propagandas imitando o estilo do blockbuster da estação, como o 'Titanic', por exemplo".

José Roberto Elieze é um nome de cinema que trocou de lado. Diretor de fotografia formado pela Escola de Cinema da USP, foi uma das maiores revelações dos anos 80. Premiado por filmes como "Janete" (1982), de Chico Botelho, "A Dama do Cine Shangai" (1987), de Guilherme de Almeida Prado, e "A Grande Arte" (1989), de Walter Salles, ele passou a ser incessantemente convidado por agências de publicidade nos anos 90. "Cinema e publicidade são duas coisas diferentes, mas que usam o mesmo suporte", afirma. O trabalho na publicidade praticamente o afastou do cinema nos anos 90. Para Zé Bob, como é mais conhecido, trata-se de dois tipos de desafios. "Enquanto na publicidade há uma preocupação mais cosmética, para se vender um produto, no cinema, a preocupação maior é no sentido de contar uma história, dialogar com o roteiro."

Zé Bob voltou ao cinema em 1999, com a frustrada filmagem de "Chatô, o Rei do Brasil", de Guilherme Fontes, que teve as filmagens interrompidas por problemas na prestação de contas e que deve ser retomado ainda este ano. Ele acha que a publicidade paga melhor, mas o cinema permite um trabalho mais autoral. "A maioria das pessoas de publicidade que faz ou tenta fazer cinema é movida pela paixão. É possível apontar várias pessoas que ficaram ricas fazendo publicidade, mas não há uma que tenha ficado rica fazendo cinema."

Apesar disso, é possível viver sem problemas entre os dois universos. O diretor Ugo Giorgetti, de filmes como "Sábado" e "Boleiros", conta mais de mil comerciais no currículo, ao longo de 36 anos de publicidade. Já o publicitário José Zaragoza só foi arriscar-se no cinema depois de uma longa carreira na publicidade. Seu longa "Até Que a Vida Nos Separe" foi recebido a pedradas pela crítica, mas representou a realização de um sonho.

Essa reação de parte da crítica cinematográfica contra os publicitários que se aventuram no cinema tem sido constante. Considera-se que os filmes de publicitários tendem a tornar tudo bonito e estetizar a miséria. Diante da qualidade de filmes como "Domésticas" e do trabalho de Giorgetti, é fácil constatar que esse preconceito não se fundamenta como regra, embora eventualmente tenha suas razões de ser.

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11.4.02

Um pequeno pedaço de asfalto chamado Taiarana







Ela não tem nem 500 metros de asfalto, mas já está atraindo a atenção de ilustres freqüentadores. A singela Taiarana, rua no bairro paulistano dos Jardins que começa na Haddock Lobo e termina na Bela Cintra, promete ser mais um pedacinho da cidade.



10.4.02

Natural é o artificial







Inventor de brinquedos para peixes, mapas para o corpo e um bar onde você respira comida, Martí Guixé trabalha na fronteira do design e da arte. "Meu trabalho é fazer objetos desaparecerem",

Veja o artigo.


Trabalho braçal





Celular movido a pressão da mão e rádio a corda são algumas invenções para tempos em que a energia elétrica volta a ficar mais cara.

Veja artigo.







2.4.02

Design-patuá para atrair sorte e cliente









Se a fé remove montanhas, e não costuma falhar, a designer gráfica Simone Mattar acredita, e defende, que a marca de um produto carrega igual força e impulsiona qualquer tipo de negócio.

Especializada em formatar a identidade visual de empresas, ela materializou a crendice popular no movimento "Fé no Design", lançado com a 6ª edição da Bienal do Design Gráfico, realizada no Sesc Pompéia, em São Paulo, pela ADG - Associação dos Designers Gráficos. A ação traz um logotipo inspirado na imagem do Sagrado Coração de Jesus e o slogan "A verdadeira força traz essa marca. Recuse imitações", que a designer estampou sobre diversos produtos, à venda na lojinha do evento.

Veja artigo aqui.







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Trombadas cósmicas on line




[02/04/02 - 10h29m]

RIO - O risco de um asteróide chocar-se com a Terra assusta? Vale dar uma conferida então nos 40 astros mais perigosos listados pela Nasa. A agência espacial americana colocou no ar um sistema automático de monitoramento de risco de impactos cósmicos chamado Sentry.

Por enquanto, não há motivo para sobressaltos. Nenhum asteróide realmente perigoso passará por aqui antes de 2032. E nenhum dos listados pela Nasa tirou mais do que 1 na Escala de Torino, que mede a chance de impacto e vai de 0 a 10. Essa é a boa notícia. A má é que nossa capacidade de detecção de asteróides está longe de ser razoável. O mais perigoso da lista do Sentry, por exemplo, foi descoberto apenas alguns dias depois do lançamento do site, em meados de março.

O 1950DA do qual eu falei ontem não está no Sentry porque a Nasa listou apenas riscos de colisão nos próximos cem anos, e o pedregulho acima só passará por aqui lá pelos idos de 2880. Por falar nele, muita gente pensou que se tratava de brincadeira de 1º de abril. Cabe informar que não era. O estudo sobre a possibilidade de choque estará esta semana na "Science", uma das mais respeitadas revistas científicas do mundo, e foi noticiado pela primeira vez domingo, 31 de março, no jornal inglês "Sunday Times".

Apocalipse em 2880
[01/04/02 - 12h10m]

RIO - Se uma previsão anunciada neste fim de semana por cientistas da Nasa estiver certa, nós, terráqueos, teremos 878 anos para descobrir uma forma de evitar nossa destruição. Jon Giorgini e Steve Ostro, ambos do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), estão convencidos de que identificaram um asteróide de mais de um quilômetro de diâmetro e grandes chances de trombar com nosso planeta em 2880. Tudo bem que não é motivo para perder o sono agora, mas, segundo os dois astrônomos, este asteróide oferece risco de colisão maior do que qualquer outro já detectado.

A possibilidade de choque é de uma para 300. Não parece tanto assim, mas, caso ocorra a colisão, ela poderá exterminar a maior parte da vida no planeta, incluindo nossa espécie. Segundo Giorgini e Ostro, o asteróide causaria destruição semelhante àquela que se acredita ter varrido os dinossauros, há 65 milhões de anos.

O asteróide em questão chama-se 1950AD e os dois pesquisadores fizeram sua projeção depois de estudá-lo melhor em março, quando a pedra gigante fez sua maior aproximação da Terra desde que foi descoberta, há 52 anos. Giorgini e Ostro anunciaram até a data do apocalipse: 16 de março de 2880.

Como o asteróide tem uma órbita altamente irregular, os cientistas disseram que seu comportamento é imprevisível. Tanto poderá passar de raspão quanto ser puxado pelo campo gravitacional da Terra. O choque com a superfície poderia arrancar pedaços da crosta terrestre e causar terremotos e maremotos cataclísmicos.

A equipe de Giorgini e Ostro contou ainda com cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e da Universidade do Estado de Washington.

Conhecida a previsão, há algumas opções. A primeira é torcer para que os cientistas estejam equivocados e que tudo não passe de um erro de cálculo. A segunda, que não exclui a primeira, é acelerar as pesquisas de soluções para destruir asteróides potencialmente perigosos. E, de qualquer modo, vale a observação de sempre: é preciso melhorar, e muito, os sistemas de identificação de cometas e asteróides potencialmente perigosos.

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