10.6.02

Aulas de direção



Deu no Carlos Alberto Teixeira, Globonews

RIO - 'Yes & No' é o impagável filme deseducacional de Bruno Bozzetto, produzido em Flash, dica de um amigo australiano, Bernie Orenstein. Diz-me como diriges e te direi o tipo de idiota que és é o mote da animação, que ensina como se deve ou não dirigir um automóvel. Atenção para a brilhante trilha musical de Roberto Frattini, mesmo que meio politicamente incorreta às vezes. Na web em aqui.

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29.5.02

O desconhecido pai brasileiro da HQ





Quem foi o autor da primeira história em quadrinhos? Essa pergunta, que provoca uma discussão que se arrasta há um século, acaba de ganhar novo capítulo. Dessa vez, favorável ao ítalo-brasileiro Angelo Agostini (1843-1910), considerado por especialistas o precursor do gênero. Duas das obras mais importantes do artista acaba de ser reunida no livro "As Aventuras de Nhô Quim & Zé Caipora - Os Primeiros Quadrinhos Brasileiros", organizado pelo pesquisador Athos Eichler Cardoso e lançado pela Editora do Senado Federal. Trata-se de um primoroso trabalho gráfico de 200 páginas, que finalmente ilumina a grandeza histórica da obra de Agostini.

Veja o artigo aqui.
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A mulher Florbela Espanca na intimidade



A Iluminuras publica pela primeira vez no país os contos, as cartas e o diário da poeta portuguesa

"Afinado Desconcerto", Contos, cartas e diário de Florbela Espanca, com organização de Maria Lúcia Dal Farra. Ed. Iluminuras, 304 págs., R$ 35. Lançamento previsto para junho








Um pouco mais da mal conhecida vida e obra de Florbela Espanca (1894-1930) chega ao Brasil. Em junho, a editora Iluminuras lançará "Afinado Desconcerto", com a obra em prosa da poeta portuguesa a ser publicada pela primeira vez no país. Organizada e comentada pela estudiosa e professora de literatura portuguesa Maria Lúcia Dal Farra, a obra contém poemas, contos, cartas e o diário de Florbela - escrito durante seu último ano de vida, em uma espécie de prefácio da própria morte.

A costura desses textos tristes e ao mesmo tempo eróticos joga luz sobre essa que foi uma das mais injustiçadas e incompreendidas autoras portuguesas.

Veja o artigo aqui.

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Curta-metragem ganha espaço nas telas



Formato deixa de ser exclusividade de festivais e chega ao circuito comercial.











"No início dos anos 90, com o desmonte da Embrafilme, a produção cinematográfica brasileira foi escorada pelo curta-metragem. A retomada da produção de longas, a partir de meados da década passada, não teve efeito nocivo sobre o curta. Ao contrário, de 1995 para cá a produção subiu de 120 para cerca de 220 filmes em 2001, segundo Leopoldo Nunes, presidente da ABD (Associação Brasileira de Documentaristas)."







Veja o artigo aqui.

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O que está na mente de George Lucas



Para R. A. Salvatore, autor de "Ataque dos Clones", o cineasta prepara o melhor filme da nova trilogia.
"Star Wars: Attack of the Clones", De R. A. Salvatore. Ballantine Books, 336 págs., US$ 26



Ele sabe o que se passa na cabeça de George Lucas. Sabe o que está reservado para os personagens de "Guerra nas Estrelas" no "Episódio Três: Traição de Jedi", que está previsto para estrear nos cinemas em 2005. R. A. Salvatore é o autor da adaptação literária oficial do filme "Guerra nas Estrelas - Episódio Dois: Ataque dos Clones". É o homem que sabe demais.

Não faz muitos anos, R. A. Salvatore era um nome conhecido apenas nos círculos de jogadores de RPG e fãs de livros com elfos e magia. Sua carreira de escritor começou em 1988 com livros baseados no universo de "Dungeons and Dragons". Aos poucos, criou seus próprios reinos de fantasia, inspirado pelo "Hobbit", de J. R. R. Tolkien, o livro que mudou sua vida durante uma nevasca duradoura. Hoje, assina séries literárias bem-sucedidas como "Dark Elf" e "Demon Wars", que já venderam três milhões de exemplares.

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Acervo de sangue, suor e lágrimas



Às portas da Copa do Mundo, o espírito consumista dos colecionadores de camisas fica ainda mais aguçado. Nessa época, acontece uma verdadeira corrida às lojas. Todos querem as camisas que os modelos, ou melhor, jogadores usarão durante a maior competição futebolística do planeta.

Nota do editor: Até que aquelas camisas da copa de 70, de mangas compridas, não seriam má idéia.....
Veja o artigo aqui.
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27.5.02

O filósofo e o fotógrafo da guerra



Livros mostram uma aproximação entre o pensamento de Flusser e os cliques de Capa.



"Filosofia da Caixa Preta - Ensaios para Uma Futura Filosofia da Fotografia", De Vilém Flusser. Relume-Dumará, número de páginas a definir, R$ 20

"Blood and Champagne", Biografia de Robert Capa. Por Alex Kershaw, Macmillan, US$ 29,14

Veja o artigo aqui.

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O homem que organiza a muvuca de Regina Casé






"A idéia inicial do programa "Um Pé de Quê?", exibido no ano passado pelo Canal Futura, foi da atriz Regina Casé. Quando ela foi convidada pela emissora para desenvolver outros projetos, aproveitou também para sugerir um programa que falasse de árvores. Deu certo. Um ano e 21 episódios depois, o programa é o maior sucesso do canal e vai ganhar uma nova série com 19 episódios, que estréia amanhã, às 22h. É Regina também quem apresenta o programa, mas o que quase ninguém sabe é que por trás da câmera que focaliza a atriz quase sempre está o diretor - e marido - Estevão Ciavatta."

Veja o artigo aqui.

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Uma vitrine para os filmes nacionais





"Criado em 1959 para centralizar os assuntos comerciais durante o Festival de Cinema de Cannes, o mercado de filmes conhecido como Marché du Film é responsável por 1/3 do volume anual de negócios fechados no mundo. Esta é a estimativa de Jérome Paillard, diretor-executivo da feira que se desenrola paralelamente às mostras oficiais de títulos na Riviera Francesa. "Cannes é a melhor vitrine para quem está lançando uma produção"´, garante."

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24.5.02

Um punk de alma nobre



Edição do "Almanhaque Para 1949" recupera a verve do Barão de Itararé.



"O Barão de Itararé foi provavelmente o primeiro 'fanzineiro' do Brasil. Pelo menos no espírito. Do it yourself. Muito do que o cara escreveu ou bolou foi copiado depois, por 'ilustres autores'. Mas ele veio primeiro e ninguém tasca. Quem se interessar pelo cara pode ir a alguma biblioteca (hábito saudável) que certamente vai achar obras dele. E também ler a biografia do cara, que é incrível. Uma figura devidamente esquecida pelos livros de História e Academia Brasileira de Letras. Nem nome de rua o cara virou. Isso é que é ser punk."

A juvenil opinião acima pode ser encontrada no site de ataque "Falência Fraudulenta". O link "Barão de Itararé" encontra-se ao lado de outros temas e artistas radicais como Robert Williams (celebrado pintor da contracultura norte-americana), "Tank Abbot" (pugilista de luta livre performático), GG Allin (esquizo-cantante, comedor de fezes no palco) e até bem próximo de uma seção com o singelo título de "Humor Escroto".


Veja o artigo completo aqui.

Veja abaixo a homenagem escrita por Pablo Neruda ao conhecer, em 1945, no Brasil, durante um congresso do Partido Comunista, o Barão de Itararé




Al Barón de Itararé, Un grande entre los grandes, Con respeto le saluda De pie El poeta de los Andes: Neruda, 1945

(Ao Barão de Itararé, Um grande entre os grandes, Com respeito te saúda De pé O poeta dos Andes: Neruda)


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O mundo sobre quatro rodas



Autora britânica pesquisa história do automóvel e como ele transformou homem do século XX.



"Percebi que a história do século XX não foi feita apenas de guerras e política e que o automóvel faz parte dessa história", esclarece Ruth Brando, em entrevista ao Valor. "Ele transformou o mundo em que vivemos, física e psicologicamente, e criou um novo conceito de liberdade, mudando nossas vidas."




Veja o artigo aqui.

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Viajando pelo mundo sem nunca sair do lugar



Exposição que inaugura o Santos Cultural reúne documentos do século XVI ao XIX.



"Jorge Luiz Borges escreveu a história de uma civilização que, de tanto aperfeiçoar sua capacidade de fazer mapas, acabou criando um do tamanho de seu império. Uma versão não-ficcional dessa história, na qual o documento se torna mais importante que o espaço representado, aconteceu durante o reinado de Luís XIV, o Rei Sol da França. Após ordenar que as cartas geográficas fossem mais precisas, ele reclamou de uma, feita por Jean Dominique Cassini, argumentando que o cartógrafo tinha retirado da França um território maior que o que ele conquistara com suas guerras.

O mapa de Cassini é um dos 200 que compõem a mostra "O Tesouro dos Mapas - A Cartografia na Formação do Brasil", que marca a abertura do Instituto Cultural Banco Santos (Santos Cultural) a partir de terça-feira. Esses mapas, originais, fazem parte de uma coleção de cerca de 3 mil peças, entre objetos de arte e documentos históricos reunidos pelo presidente do Banco Santos, Edemar Cid Ferreira (Cid Collection). Na mostra ainda há objetos náuticos como bússolas e globos celestiais e terrestres."

Veja o artigo aqui.
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21.5.02

Aberto o precioso baú de documentos de Tom Jobim



Com ajuda financeira da Faperj, instituto que leva o nome do compositor vai catalogar e digitar a obra do maestro da música brasileira.











"Além do talento para criar standards da música mundial, Tom Jobim era um arquivista nato. Morto em 1994, o compositor deixou guardado e organizado mais de 30 mil documentos, que começam a ser catalogados pelo Instituto Tom Jobim, no Jardim Botânico. O projeto conta com a ajuda financeira da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio, a Faperj, e tem sido tocado por gente do ramo - por Paulo Jobim, presidente do Instituto e filho do compositor, e pelos técnicos da Fundação Casa de Rui Barbosa, que já cuidaram dos arquivos de Vinicius de Moraes e Carlos Drummond de Andrade".







Veja artigo completo aqui.
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16.5.02

Uma retrospectiva da obra futurista de Palatnik



"Pioneiro Palatnik", Até 7 de julho. De terça a sexta, das 10h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h. No Itaú Cultural (av. Paulista, 149, tel: 0xx11/3268-1776).



"Ao escolher uma retrospectiva de Abraham Palatnik para marcar sua nova fase, mais antenada com as novidades tecnológicas no campo das artes, o Itaú Cultural faz uma espécie de volta no tempo. Mais precisamente à passagem da década de 40 para a de 50, quando o brasileiro, insatisfeito com a representação figurativa e com os limites da pintura, lançou mão de seus conhecimentos sobre a física para criar uma nova maneira de fazer arte."

Veja o artigo aqui.

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15.5.02

Bichinho tratado a farinha e água



A arte da panificação requer química e matemática, além de uma certa dose de paixão












"O restaurante A Figueira serve o seu como se fosse uma grande folha crocante e comunitária. Os do Pharmácia ganham das refeições no quesito sabor. Já o de alho, servido na Vinheria Percussi, é o carro-chefe das entradas há mais de 14 anos. Não tem como negar: um pão bem feito sempre marca presença. E por isso mesmo, se torna uma das receitas mais perseguidas em qualquer cozinha. "









O artigo, que tem endereços de um monte de restaurantes e padarias, está aqui....

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Luciana Souza volta a cantar no Brasil



"Luciana Souza Trio", Chivas Jazz Festival. Dia 24 de maio, São Paulo, no Directv Music Hall. Dia 25, Rio de Janeiro, no Marina da Glória









"Quem é a cantora Luciana Souza? Seu padrinho musical é Hermeto Pascoal. Seu pai, Walter Santos, é violonista de mão cheia, e a mãe, Tereza Souza, letrista da boa fase da bossa nova. Radicada há mais de dez anos nos EUA, onde foi professora de música do Berklee College of Music, em Boston, ela já arrancou elogios dos rigorosos críticos americanos de jazz - sua voz foi recentemente classificada pelo jornal The Washington Post como "um cruzamento entre João Gilberto e Bille Holiday". (N.E.: êpa ! essa foi forte !!!!)





Veja o artigo aqui.

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Deborah Colker traz seus bailarinos de volta ao chão



'4x4', Companhia de Dança Deborah Colker. Estréia nacional sexta-feira e sábado no Teatro da OSPA, em Porto Alegre. Em julho, turnê para Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte






O novo espetáculo de Deborah Colker, "4 x 4", que estréia sexta-feira no Teatro OSPA de Porto Alegre, é a primeira criação da coreógrafa carioca desde Casa, de 1999. Em constante turnê pelo Brasil e pelo mundo, o grupo de Colker ganhou evidência especial nos últimos tempos por ter conquistado em 2001 o prestigioso prêmio Laurence Olivier, espécie de Oscar britânico das artes cênicas.

Veja o artigo aqui.




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13.5.02

Road-movie discutirá processo de modernização do país




No início dos anos 40, o sertão nordestino foi palco de um encontro que simbolizou início do processo de modernização do país. Foi quando um sertanejo, isolado pela terra árida e sem vida, conheceu alguém que não pertencia àquele lugar: um alemão, que, fugindo da guerra, escolheu o interior do Brasil para realizar seu trabalho. Com um pequeno caminhão, ele percorria pequenas cidades vendendo aspirinas e exibindo comerciais sobre o novo remédio numa pequena tela de cinema improvisada em praças e ruas.




Entre as escassas testemunhas dessa insólita história estava o tio-avô do cineasta pernambucano Marcelo Gomes. Depois de ouvir com atenção as lembranças do velho sertanejo, ele descobriu que a história era mais que um simples "causo" perdido no tempo. "Percebi que havia elementos para discutir esse processo de modernização esdrúxula do país", diz o diretor. Nesse momento, delineou-se o projeto do longa-metragem "O Cinema, a Aspirina e os Urubus", que começa a ser filmado em outubro, no sertão de Pernambuco e da Paraíba.

O filme é produzido pelo também pernambucano João de Melo Vieira Jr., do premiado documentário "O Rap do Pequeno Príncipe Contra as Almas Sebosas". Uma credencial e tanto. Agora, o desafio é manter a qualidade num longa orçado em R$ 2,18 milhões e que já recebeu parte dos recursos do BNDES e da Brasil Telecom.

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A divertida teia da vida do criador do Homem-Aranha



Aos 79 anos, o desenhista Stan Lee acaba de lançar sua autobiografia nos EUA, em sintonia com a estréia do filme

"Excelsior: The Amazing Life of Stan Lee", de Stan Lee e George Fair (Simon & Schuster, Fireside Books, 255 págs, US$ 14)







Stan Lee não ouviu elogios do chefe ao criar, em 1962, um super-herói com poderes aracnídeos. Pelo contrário. Martin Goodman, o presidente da Marvel Comics, abominou a idéia do Homem-Aranha, enfatizando que o inseto era odiado por todos e que um escalador de paredes nunca emplacaria nos quadrinhos. De tanto Lee insistir, Goodman concordou em abrir espaço ao personagem na última edição da revista "Amazing Fantasy", que, de qualquer forma, estava para sairde circulação. Como a publicação estourou em vendas, o todo-poderoso patrão mudou rapidinho o discurso, perguntando a Lee: "Que tal fazermos um gibi com o nosso querido herói?".






Veja o artigo aqui.

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Criar sem perder o estilo, eis o desafio













Alexandra Champalimaud é a designer de interiores que emprestou sua assinatura para a reformulação de hotéis conceituados como The Berkeley, em Londres, Algonquin e Plaza, em Nova York, e Chateau Frontenac, em Quebec, além de residências e espaços comerciais.







Veja o artigo aqui.

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8.5.02

Design dinamarquês que já foi cenário de cinema




A partir de sexta-feira São Paulo entra no circuito de comemorações do centenário de nascimento do designer e arquiteto dinamarquês Arne Jacobsen. Uma exposição com criações de Jacobsen será inaugurada no Instituto Tomie Ohtake, em Pinheiros, seguindo os eventos que vão ocorrer durante todo o ano em diversas cidades do mundo, como Nova York, Paris, Roma, Berlim e Dinamarca.

"Arne Jacobsen no século XXI: Um moderno clássico - um clássico moderno": Do dia 10 até 7 de julho no Instituto Tomie Ohtake. Avenida Faria Lima, 201 - Pinheiros. De terça à domingo das 11 às 20 horas

Veja o artigo aqui.

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A alma mutante de Arnaldo Baptista volta a São Paulo
















Cantor e compositor, que luta contra problemas de saúde, faz show no Sesc Pompéia para homenagear o amigo e maestro Rogério Duprat.













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Alain Fresnot aposta no êxito de "Desmundo"




"O filme é uma adaptação do romance homônimo de Ana Miranda. Narra a trajetória da jovem Oribela, interpretada pela talentosa Simone Spoladore (atriz que participou da minissérie "Os Maias", da TV Globo, e do longa-metragem "Lavoura Arvaica", ambas dirigidos por Luiz Fernando Carvalho). No ano de 1570, Oribela é trazida de Portugal para o Brasil, ainda adolescente, com um grupo de órfãs destinadas a casar com colonizadores. "

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As cores noturnas da cidade de São Paulo por Cássio Vasconcellos




Situada no limite tênue entre as artes plásticas tradicionais e a tecnologia avançada da videoarte, a fotografia tem ocupado espaço cada vez maior no cenário das artes visuais. Nomes como Andreas Gurski e Vanessa Beecroft roubam a cena na XXV Bienal de São Paulo, quase um ano depois de dois entre os quatro brasileiros presentes na Bienal de Veneza terem obras baseadas na fotografia: Vik Muniz e Miguel Rio Branco.

Paulistano que desenvolve sua atividade artística nos intervalos entre os cliques da publicidade, Cássio Vasconcellos faz parte de uma seleta lista de artistas cuja obra tem apontado para novas linguagens na fotografia brasileira. Este ano, uma escalada de eventos vai trazer à tona seu novo trabalho, "Noturnos", uma série de 90 fotos feitas nas madrugadas paulistanas por cinco anos.

Veja o artigo aqui.

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26.4.02

O Divino vem em maio e esquenta o interior



Festa religiosa incorpora folclore e tradições regionais diferentes em cada canto do Brasil



Pirenópolis, município de Goiás, é palco da mais conhecida Festa do Divino do país, que vai do dia 18 até 21 de maio, atraindo perto de 30 mil turistas. O ponto alto da festa são as cavalhadas, reprodução fiel da batalha de Carlos Magno contra os mouros, ocorrida no século VI, em Portugal. Cavaleiros cristãos vestidos de azul, a cor do cristianismo, lutam contra cavaleiros mouros, de roupa vermelha. Mais de 60 pousadas, casas e chácaras de aluguel recebem os visitantes. "Tem gente que aluga até o quintal de casa", conta o secretário de Cultura e Turismo da cidade, Itamar Gonçalves.

Veja o artigo aqui.




Caderno e "onredac" para anotar as idéias de artista






O designer gráfico Guto Lacaz e a nova coleção: cadernos lúdicos com instrução de uso para adultos e crianças

Veja o artigo aqui.







Gastronomia em Pirenópolis





Veja o artigo aqui.



Tutoriais do Photoshop e outros macetes de design





Veja aqui.

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24.4.02

Cartazes !!!







Encontrei num blog essas dicas de sites com cartazes:

- russos
- russos, cubanos e chineses
- mais russos
- ainda mais russos
- outros.




É matéria de estudo super interessante, principalmente para os interesados em desgin !













Logomarcas !!! Milhares delas !!!!!




Da mesma fonte, seguem sites com logomarcas:

- logotypes.ru
- findlogo.com
- logo.nino.ru



23.4.02

Uma viagem pela biblioteca de Mindlin





"Biblioteca Mindlin - Um Mundo em Páginas", De Cristina Fonseca. Segunda, às 20h30 no CineSesc (rua Augusta, 2.075, São Paulo), para convidados. No domingo, no mesmo local, às 13h, aberto ao público. A STV transmitirá o documentário no sábado às 21h e aTV Cultura, no dia 25 de maio, às 21h.

"Um passeio pelo labirinto de livros de José Mindlin, o maior bibliófilo do Brasil, é uma experiência agradável. Pela lente de Cristina Fonseca, no entanto, torna-se uma viagem enriquecedora. "

Veja artigo completo aqui.

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iToilet para todos os gostos !





A dica é do C@t:

RIO - A ousadia visual que caracteriza o design dos produtos da Apple é odiada por alguns e adorada por outros. A reboque do espírito inovador da empresa, abusando de formas arredondadas e cores vibrantes, Stephen Murray, vulgo Electric Chicken, ofereceu ao mundo em março passado o "iToilet" , uma paródia do iMac.

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Cineastas viram publicitários e vice-versa



Por Marcelo Lyra, Valor Econômico, 25/04/02

Com o desenvolvimento da tecnologia e as altas cifras de propaganda, as duas áreas estão cada vez mais próximas

Cinema e publicidade são caminhos próximos que, não raro, se cruzam. Isso porque as maiores agências de publicidade preferem filmar seus comerciais em película de 35 milímetros, a mesma usada no cinema. A qualidade final da imagem é muito melhor. Essa proximidade faz com que muitos diretores de cinema acabem cooptados pelas agências de publicidade, indo filmar garrafas de cerveja e maços de cigarro. Não raro, acabam seduzidos pelo canto da sereia - leia-se: melhores salários - e deixam o cinema em segundo plano.

Mas há quem faça o caminho inverso, como as produtoras O2 e Conspiração Filmes, que começaram na publicidade e hoje são respeitadas também no cinema. Muitos diretores de publicidade, por conta da experiência adquirida nos sets de comerciais, também acalentam o sonho de dirigir um longa-metragem.

Ninguém fala abertamente em cifras mas, em média, as agências de publicidade pagam de duas a três vezes mais do que produtoras de cinema. A fartura financeira da publicidade também provoca um fenômeno curioso. A publicidade pode dispor de tecnologia de ponta, tanto em equipamento quanto em efeitos especiais e softwares digitais.

O desenvolvimento dessa mão-de-obra acaba beneficiando o cinema, que pode recorrer a técnicos mais capacitados e tecnologia sempre que necessário. "Nos Estados Unidos, o caminho é inverso. A publicidade é que se beneficia do investimento tecnológico desenvolvido pela indústria de Hollywood", explica José Augusto de Blasiis, diretor dos Estúdios Mega, uns dos mais completos estúdios para cinema e publicidade do Brasil.

Apesar de a publicidade representar a maior parte do faturamento da Mega, a empresa acaba de inaugurar uma nova ala do Megacolor, um moderno laboratório para finalização de filmes, que será destinado apenas ao cinema. "Temos condições de realizar todas as etapas da finalização de filmes numa única casa, o que facilita a vida do diretor." Segundo ele, a idéia é aumentar mais a participação da empresa em cinema.

No Mega e em outros estúdios, a publicidade garante o investimento em técnicas como finalização digital. "A maior parte do nosso faturamento vem da publicidade. O cinema acaba usando horas ociosas do equipamento", explica Blasiis. Ele cita o caso do filme "O Invasor", de Beto Brant, como um exemplo da utilização de alta tecnologia. "O filme fez um blow-up eletrônico (ampliação de 16 milímetros para 35) e recebeu a finalização em digital, o que permitiu efeitos visuais de última geração que já vinham sendo usados na publicidade."

O caso da produtora O2 é emblemático. Ela foi criada em 1991 e desde então realiza propagandas de sucesso, como a série da C&A e os comerciais da Brastemp. No entanto, seus diretores Nando Olival, Fernando Meireles e Paulo Morelli são apaixonados por cinema e sonham fazer da atividade um negócio. "Fizemos o filme 'Domésticas' em 2000 com um orçamento bem pequeno. Em compensação, podíamos contar com a infra-estrutura da empresa, como câmeras, equipamento de iluminação e pessoal de apoio, o que ajudou a baratear os custos", explica Morelli.

Ele está finalizando seu primeiro longa, "Viva Voz", com um orçamento de menos de R$ 1 milhão e o mesmo esquema de aproveitamento periférico da infra-estrutura da empresa. "Usei a área do depósito e da marcenaria da O2 para montar os cenários e filmei muitas externas na própria rua e em outros cantos da empresa", lembra ele. Para manter a produção de cinema, a O2 precisa dispor de um departamento para cuidar da captação de recursos. "No total, a empresa é dividida em 95% para a publicidade e 5% para cinema, mas esperamos que isso cresça."

A carioca Conspiração Filmes, a segunda maior produtora de publicidade do Brasil, dedica-se também ao cinema, obtendo reconhecimento internacional, com filmes como "Eu, Tu Eles" ou "Surf Adventures". A empresa surgiu em 1991 com o objetivo de fazer cinema, mas como era uma época ruim, com o fim da Embrafilme, começaram com videoclipes e especiais para a TV. "Em 1993 criamos um departamento de publicidade que cresceu muito e hoje responde por 70% do faturamento", explica Leonardo Monteiro de Barros, sócio-diretor da Conspiração. Só em 1996 a empresa conseguiu estruturar-se para produzir o primeiro longa-metragem, "Traição", baseado em três histórias de Nélson Rodrigues.

Ao contrário do que se pensa, o contato com as empresas na publicidade não facilita a captação de recursos para filmes. "Na publicidade, o contato com a Conspiração se faz via agências de publicidade, enquanto a captação de recursos é feita diretamente nas empresas, em outro departamento", explica Barros. A principal vantagem de transitar entre os dois mundos é que os técnicos estão sempre se aperfeiçoando. Há também o lado dos custos. "Como somos grandes consumidores, é possível negociar negativos, revelação e equipamento a preços bem melhores." Para ele, as semelhanças entre cinema e publicidade param na área técnica. "O cinema é mais lento e elaborado. Mal comparando, o cinema é uma maratona de 10 quilômetros, enquanto a publicidade é uma corrida de 100 metros."

O diretor de publicidade e fotógrafo de cinema Carlos Ebert começou nas duas áreas quase ao mesmo tempo. No início dos anos 70, dirigiu o longa "República da Traição", censurado pelos militares, e desde então dirige comerciais e fotografa filmes. Para ele, o cinema é arte, enquanto a publicidade é venda. "Na publicidade, a linguagem segue os modismos do cinema americano. Para pegar carona no sucesso, é comum ver propagandas imitando o estilo do blockbuster da estação, como o 'Titanic', por exemplo".

José Roberto Elieze é um nome de cinema que trocou de lado. Diretor de fotografia formado pela Escola de Cinema da USP, foi uma das maiores revelações dos anos 80. Premiado por filmes como "Janete" (1982), de Chico Botelho, "A Dama do Cine Shangai" (1987), de Guilherme de Almeida Prado, e "A Grande Arte" (1989), de Walter Salles, ele passou a ser incessantemente convidado por agências de publicidade nos anos 90. "Cinema e publicidade são duas coisas diferentes, mas que usam o mesmo suporte", afirma. O trabalho na publicidade praticamente o afastou do cinema nos anos 90. Para Zé Bob, como é mais conhecido, trata-se de dois tipos de desafios. "Enquanto na publicidade há uma preocupação mais cosmética, para se vender um produto, no cinema, a preocupação maior é no sentido de contar uma história, dialogar com o roteiro."

Zé Bob voltou ao cinema em 1999, com a frustrada filmagem de "Chatô, o Rei do Brasil", de Guilherme Fontes, que teve as filmagens interrompidas por problemas na prestação de contas e que deve ser retomado ainda este ano. Ele acha que a publicidade paga melhor, mas o cinema permite um trabalho mais autoral. "A maioria das pessoas de publicidade que faz ou tenta fazer cinema é movida pela paixão. É possível apontar várias pessoas que ficaram ricas fazendo publicidade, mas não há uma que tenha ficado rica fazendo cinema."

Apesar disso, é possível viver sem problemas entre os dois universos. O diretor Ugo Giorgetti, de filmes como "Sábado" e "Boleiros", conta mais de mil comerciais no currículo, ao longo de 36 anos de publicidade. Já o publicitário José Zaragoza só foi arriscar-se no cinema depois de uma longa carreira na publicidade. Seu longa "Até Que a Vida Nos Separe" foi recebido a pedradas pela crítica, mas representou a realização de um sonho.

Essa reação de parte da crítica cinematográfica contra os publicitários que se aventuram no cinema tem sido constante. Considera-se que os filmes de publicitários tendem a tornar tudo bonito e estetizar a miséria. Diante da qualidade de filmes como "Domésticas" e do trabalho de Giorgetti, é fácil constatar que esse preconceito não se fundamenta como regra, embora eventualmente tenha suas razões de ser.

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11.4.02

Um pequeno pedaço de asfalto chamado Taiarana







Ela não tem nem 500 metros de asfalto, mas já está atraindo a atenção de ilustres freqüentadores. A singela Taiarana, rua no bairro paulistano dos Jardins que começa na Haddock Lobo e termina na Bela Cintra, promete ser mais um pedacinho da cidade.



10.4.02

Natural é o artificial







Inventor de brinquedos para peixes, mapas para o corpo e um bar onde você respira comida, Martí Guixé trabalha na fronteira do design e da arte. "Meu trabalho é fazer objetos desaparecerem",

Veja o artigo.


Trabalho braçal





Celular movido a pressão da mão e rádio a corda são algumas invenções para tempos em que a energia elétrica volta a ficar mais cara.

Veja artigo.







2.4.02

Design-patuá para atrair sorte e cliente









Se a fé remove montanhas, e não costuma falhar, a designer gráfica Simone Mattar acredita, e defende, que a marca de um produto carrega igual força e impulsiona qualquer tipo de negócio.

Especializada em formatar a identidade visual de empresas, ela materializou a crendice popular no movimento "Fé no Design", lançado com a 6ª edição da Bienal do Design Gráfico, realizada no Sesc Pompéia, em São Paulo, pela ADG - Associação dos Designers Gráficos. A ação traz um logotipo inspirado na imagem do Sagrado Coração de Jesus e o slogan "A verdadeira força traz essa marca. Recuse imitações", que a designer estampou sobre diversos produtos, à venda na lojinha do evento.

Veja artigo aqui.







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Trombadas cósmicas on line




[02/04/02 - 10h29m]

RIO - O risco de um asteróide chocar-se com a Terra assusta? Vale dar uma conferida então nos 40 astros mais perigosos listados pela Nasa. A agência espacial americana colocou no ar um sistema automático de monitoramento de risco de impactos cósmicos chamado Sentry.

Por enquanto, não há motivo para sobressaltos. Nenhum asteróide realmente perigoso passará por aqui antes de 2032. E nenhum dos listados pela Nasa tirou mais do que 1 na Escala de Torino, que mede a chance de impacto e vai de 0 a 10. Essa é a boa notícia. A má é que nossa capacidade de detecção de asteróides está longe de ser razoável. O mais perigoso da lista do Sentry, por exemplo, foi descoberto apenas alguns dias depois do lançamento do site, em meados de março.

O 1950DA do qual eu falei ontem não está no Sentry porque a Nasa listou apenas riscos de colisão nos próximos cem anos, e o pedregulho acima só passará por aqui lá pelos idos de 2880. Por falar nele, muita gente pensou que se tratava de brincadeira de 1º de abril. Cabe informar que não era. O estudo sobre a possibilidade de choque estará esta semana na "Science", uma das mais respeitadas revistas científicas do mundo, e foi noticiado pela primeira vez domingo, 31 de março, no jornal inglês "Sunday Times".

Apocalipse em 2880
[01/04/02 - 12h10m]

RIO - Se uma previsão anunciada neste fim de semana por cientistas da Nasa estiver certa, nós, terráqueos, teremos 878 anos para descobrir uma forma de evitar nossa destruição. Jon Giorgini e Steve Ostro, ambos do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), estão convencidos de que identificaram um asteróide de mais de um quilômetro de diâmetro e grandes chances de trombar com nosso planeta em 2880. Tudo bem que não é motivo para perder o sono agora, mas, segundo os dois astrônomos, este asteróide oferece risco de colisão maior do que qualquer outro já detectado.

A possibilidade de choque é de uma para 300. Não parece tanto assim, mas, caso ocorra a colisão, ela poderá exterminar a maior parte da vida no planeta, incluindo nossa espécie. Segundo Giorgini e Ostro, o asteróide causaria destruição semelhante àquela que se acredita ter varrido os dinossauros, há 65 milhões de anos.

O asteróide em questão chama-se 1950AD e os dois pesquisadores fizeram sua projeção depois de estudá-lo melhor em março, quando a pedra gigante fez sua maior aproximação da Terra desde que foi descoberta, há 52 anos. Giorgini e Ostro anunciaram até a data do apocalipse: 16 de março de 2880.

Como o asteróide tem uma órbita altamente irregular, os cientistas disseram que seu comportamento é imprevisível. Tanto poderá passar de raspão quanto ser puxado pelo campo gravitacional da Terra. O choque com a superfície poderia arrancar pedaços da crosta terrestre e causar terremotos e maremotos cataclísmicos.

A equipe de Giorgini e Ostro contou ainda com cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e da Universidade do Estado de Washington.

Conhecida a previsão, há algumas opções. A primeira é torcer para que os cientistas estejam equivocados e que tudo não passe de um erro de cálculo. A segunda, que não exclui a primeira, é acelerar as pesquisas de soluções para destruir asteróides potencialmente perigosos. E, de qualquer modo, vale a observação de sempre: é preciso melhorar, e muito, os sistemas de identificação de cometas e asteróides potencialmente perigosos.

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