26.4.02

O Divino vem em maio e esquenta o interior



Festa religiosa incorpora folclore e tradições regionais diferentes em cada canto do Brasil



Pirenópolis, município de Goiás, é palco da mais conhecida Festa do Divino do país, que vai do dia 18 até 21 de maio, atraindo perto de 30 mil turistas. O ponto alto da festa são as cavalhadas, reprodução fiel da batalha de Carlos Magno contra os mouros, ocorrida no século VI, em Portugal. Cavaleiros cristãos vestidos de azul, a cor do cristianismo, lutam contra cavaleiros mouros, de roupa vermelha. Mais de 60 pousadas, casas e chácaras de aluguel recebem os visitantes. "Tem gente que aluga até o quintal de casa", conta o secretário de Cultura e Turismo da cidade, Itamar Gonçalves.

Veja o artigo aqui.




Caderno e "onredac" para anotar as idéias de artista






O designer gráfico Guto Lacaz e a nova coleção: cadernos lúdicos com instrução de uso para adultos e crianças

Veja o artigo aqui.







Gastronomia em Pirenópolis





Veja o artigo aqui.



Tutoriais do Photoshop e outros macetes de design





Veja aqui.

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24.4.02

Cartazes !!!







Encontrei num blog essas dicas de sites com cartazes:

- russos
- russos, cubanos e chineses
- mais russos
- ainda mais russos
- outros.




É matéria de estudo super interessante, principalmente para os interesados em desgin !













Logomarcas !!! Milhares delas !!!!!




Da mesma fonte, seguem sites com logomarcas:

- logotypes.ru
- findlogo.com
- logo.nino.ru



23.4.02

Uma viagem pela biblioteca de Mindlin





"Biblioteca Mindlin - Um Mundo em Páginas", De Cristina Fonseca. Segunda, às 20h30 no CineSesc (rua Augusta, 2.075, São Paulo), para convidados. No domingo, no mesmo local, às 13h, aberto ao público. A STV transmitirá o documentário no sábado às 21h e aTV Cultura, no dia 25 de maio, às 21h.

"Um passeio pelo labirinto de livros de José Mindlin, o maior bibliófilo do Brasil, é uma experiência agradável. Pela lente de Cristina Fonseca, no entanto, torna-se uma viagem enriquecedora. "

Veja artigo completo aqui.

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iToilet para todos os gostos !





A dica é do C@t:

RIO - A ousadia visual que caracteriza o design dos produtos da Apple é odiada por alguns e adorada por outros. A reboque do espírito inovador da empresa, abusando de formas arredondadas e cores vibrantes, Stephen Murray, vulgo Electric Chicken, ofereceu ao mundo em março passado o "iToilet" , uma paródia do iMac.

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Cineastas viram publicitários e vice-versa



Por Marcelo Lyra, Valor Econômico, 25/04/02

Com o desenvolvimento da tecnologia e as altas cifras de propaganda, as duas áreas estão cada vez mais próximas

Cinema e publicidade são caminhos próximos que, não raro, se cruzam. Isso porque as maiores agências de publicidade preferem filmar seus comerciais em película de 35 milímetros, a mesma usada no cinema. A qualidade final da imagem é muito melhor. Essa proximidade faz com que muitos diretores de cinema acabem cooptados pelas agências de publicidade, indo filmar garrafas de cerveja e maços de cigarro. Não raro, acabam seduzidos pelo canto da sereia - leia-se: melhores salários - e deixam o cinema em segundo plano.

Mas há quem faça o caminho inverso, como as produtoras O2 e Conspiração Filmes, que começaram na publicidade e hoje são respeitadas também no cinema. Muitos diretores de publicidade, por conta da experiência adquirida nos sets de comerciais, também acalentam o sonho de dirigir um longa-metragem.

Ninguém fala abertamente em cifras mas, em média, as agências de publicidade pagam de duas a três vezes mais do que produtoras de cinema. A fartura financeira da publicidade também provoca um fenômeno curioso. A publicidade pode dispor de tecnologia de ponta, tanto em equipamento quanto em efeitos especiais e softwares digitais.

O desenvolvimento dessa mão-de-obra acaba beneficiando o cinema, que pode recorrer a técnicos mais capacitados e tecnologia sempre que necessário. "Nos Estados Unidos, o caminho é inverso. A publicidade é que se beneficia do investimento tecnológico desenvolvido pela indústria de Hollywood", explica José Augusto de Blasiis, diretor dos Estúdios Mega, uns dos mais completos estúdios para cinema e publicidade do Brasil.

Apesar de a publicidade representar a maior parte do faturamento da Mega, a empresa acaba de inaugurar uma nova ala do Megacolor, um moderno laboratório para finalização de filmes, que será destinado apenas ao cinema. "Temos condições de realizar todas as etapas da finalização de filmes numa única casa, o que facilita a vida do diretor." Segundo ele, a idéia é aumentar mais a participação da empresa em cinema.

No Mega e em outros estúdios, a publicidade garante o investimento em técnicas como finalização digital. "A maior parte do nosso faturamento vem da publicidade. O cinema acaba usando horas ociosas do equipamento", explica Blasiis. Ele cita o caso do filme "O Invasor", de Beto Brant, como um exemplo da utilização de alta tecnologia. "O filme fez um blow-up eletrônico (ampliação de 16 milímetros para 35) e recebeu a finalização em digital, o que permitiu efeitos visuais de última geração que já vinham sendo usados na publicidade."

O caso da produtora O2 é emblemático. Ela foi criada em 1991 e desde então realiza propagandas de sucesso, como a série da C&A e os comerciais da Brastemp. No entanto, seus diretores Nando Olival, Fernando Meireles e Paulo Morelli são apaixonados por cinema e sonham fazer da atividade um negócio. "Fizemos o filme 'Domésticas' em 2000 com um orçamento bem pequeno. Em compensação, podíamos contar com a infra-estrutura da empresa, como câmeras, equipamento de iluminação e pessoal de apoio, o que ajudou a baratear os custos", explica Morelli.

Ele está finalizando seu primeiro longa, "Viva Voz", com um orçamento de menos de R$ 1 milhão e o mesmo esquema de aproveitamento periférico da infra-estrutura da empresa. "Usei a área do depósito e da marcenaria da O2 para montar os cenários e filmei muitas externas na própria rua e em outros cantos da empresa", lembra ele. Para manter a produção de cinema, a O2 precisa dispor de um departamento para cuidar da captação de recursos. "No total, a empresa é dividida em 95% para a publicidade e 5% para cinema, mas esperamos que isso cresça."

A carioca Conspiração Filmes, a segunda maior produtora de publicidade do Brasil, dedica-se também ao cinema, obtendo reconhecimento internacional, com filmes como "Eu, Tu Eles" ou "Surf Adventures". A empresa surgiu em 1991 com o objetivo de fazer cinema, mas como era uma época ruim, com o fim da Embrafilme, começaram com videoclipes e especiais para a TV. "Em 1993 criamos um departamento de publicidade que cresceu muito e hoje responde por 70% do faturamento", explica Leonardo Monteiro de Barros, sócio-diretor da Conspiração. Só em 1996 a empresa conseguiu estruturar-se para produzir o primeiro longa-metragem, "Traição", baseado em três histórias de Nélson Rodrigues.

Ao contrário do que se pensa, o contato com as empresas na publicidade não facilita a captação de recursos para filmes. "Na publicidade, o contato com a Conspiração se faz via agências de publicidade, enquanto a captação de recursos é feita diretamente nas empresas, em outro departamento", explica Barros. A principal vantagem de transitar entre os dois mundos é que os técnicos estão sempre se aperfeiçoando. Há também o lado dos custos. "Como somos grandes consumidores, é possível negociar negativos, revelação e equipamento a preços bem melhores." Para ele, as semelhanças entre cinema e publicidade param na área técnica. "O cinema é mais lento e elaborado. Mal comparando, o cinema é uma maratona de 10 quilômetros, enquanto a publicidade é uma corrida de 100 metros."

O diretor de publicidade e fotógrafo de cinema Carlos Ebert começou nas duas áreas quase ao mesmo tempo. No início dos anos 70, dirigiu o longa "República da Traição", censurado pelos militares, e desde então dirige comerciais e fotografa filmes. Para ele, o cinema é arte, enquanto a publicidade é venda. "Na publicidade, a linguagem segue os modismos do cinema americano. Para pegar carona no sucesso, é comum ver propagandas imitando o estilo do blockbuster da estação, como o 'Titanic', por exemplo".

José Roberto Elieze é um nome de cinema que trocou de lado. Diretor de fotografia formado pela Escola de Cinema da USP, foi uma das maiores revelações dos anos 80. Premiado por filmes como "Janete" (1982), de Chico Botelho, "A Dama do Cine Shangai" (1987), de Guilherme de Almeida Prado, e "A Grande Arte" (1989), de Walter Salles, ele passou a ser incessantemente convidado por agências de publicidade nos anos 90. "Cinema e publicidade são duas coisas diferentes, mas que usam o mesmo suporte", afirma. O trabalho na publicidade praticamente o afastou do cinema nos anos 90. Para Zé Bob, como é mais conhecido, trata-se de dois tipos de desafios. "Enquanto na publicidade há uma preocupação mais cosmética, para se vender um produto, no cinema, a preocupação maior é no sentido de contar uma história, dialogar com o roteiro."

Zé Bob voltou ao cinema em 1999, com a frustrada filmagem de "Chatô, o Rei do Brasil", de Guilherme Fontes, que teve as filmagens interrompidas por problemas na prestação de contas e que deve ser retomado ainda este ano. Ele acha que a publicidade paga melhor, mas o cinema permite um trabalho mais autoral. "A maioria das pessoas de publicidade que faz ou tenta fazer cinema é movida pela paixão. É possível apontar várias pessoas que ficaram ricas fazendo publicidade, mas não há uma que tenha ficado rica fazendo cinema."

Apesar disso, é possível viver sem problemas entre os dois universos. O diretor Ugo Giorgetti, de filmes como "Sábado" e "Boleiros", conta mais de mil comerciais no currículo, ao longo de 36 anos de publicidade. Já o publicitário José Zaragoza só foi arriscar-se no cinema depois de uma longa carreira na publicidade. Seu longa "Até Que a Vida Nos Separe" foi recebido a pedradas pela crítica, mas representou a realização de um sonho.

Essa reação de parte da crítica cinematográfica contra os publicitários que se aventuram no cinema tem sido constante. Considera-se que os filmes de publicitários tendem a tornar tudo bonito e estetizar a miséria. Diante da qualidade de filmes como "Domésticas" e do trabalho de Giorgetti, é fácil constatar que esse preconceito não se fundamenta como regra, embora eventualmente tenha suas razões de ser.

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11.4.02

Um pequeno pedaço de asfalto chamado Taiarana







Ela não tem nem 500 metros de asfalto, mas já está atraindo a atenção de ilustres freqüentadores. A singela Taiarana, rua no bairro paulistano dos Jardins que começa na Haddock Lobo e termina na Bela Cintra, promete ser mais um pedacinho da cidade.



10.4.02

Natural é o artificial







Inventor de brinquedos para peixes, mapas para o corpo e um bar onde você respira comida, Martí Guixé trabalha na fronteira do design e da arte. "Meu trabalho é fazer objetos desaparecerem",

Veja o artigo.


Trabalho braçal





Celular movido a pressão da mão e rádio a corda são algumas invenções para tempos em que a energia elétrica volta a ficar mais cara.

Veja artigo.







2.4.02

Design-patuá para atrair sorte e cliente









Se a fé remove montanhas, e não costuma falhar, a designer gráfica Simone Mattar acredita, e defende, que a marca de um produto carrega igual força e impulsiona qualquer tipo de negócio.

Especializada em formatar a identidade visual de empresas, ela materializou a crendice popular no movimento "Fé no Design", lançado com a 6ª edição da Bienal do Design Gráfico, realizada no Sesc Pompéia, em São Paulo, pela ADG - Associação dos Designers Gráficos. A ação traz um logotipo inspirado na imagem do Sagrado Coração de Jesus e o slogan "A verdadeira força traz essa marca. Recuse imitações", que a designer estampou sobre diversos produtos, à venda na lojinha do evento.

Veja artigo aqui.







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Trombadas cósmicas on line




[02/04/02 - 10h29m]

RIO - O risco de um asteróide chocar-se com a Terra assusta? Vale dar uma conferida então nos 40 astros mais perigosos listados pela Nasa. A agência espacial americana colocou no ar um sistema automático de monitoramento de risco de impactos cósmicos chamado Sentry.

Por enquanto, não há motivo para sobressaltos. Nenhum asteróide realmente perigoso passará por aqui antes de 2032. E nenhum dos listados pela Nasa tirou mais do que 1 na Escala de Torino, que mede a chance de impacto e vai de 0 a 10. Essa é a boa notícia. A má é que nossa capacidade de detecção de asteróides está longe de ser razoável. O mais perigoso da lista do Sentry, por exemplo, foi descoberto apenas alguns dias depois do lançamento do site, em meados de março.

O 1950DA do qual eu falei ontem não está no Sentry porque a Nasa listou apenas riscos de colisão nos próximos cem anos, e o pedregulho acima só passará por aqui lá pelos idos de 2880. Por falar nele, muita gente pensou que se tratava de brincadeira de 1º de abril. Cabe informar que não era. O estudo sobre a possibilidade de choque estará esta semana na "Science", uma das mais respeitadas revistas científicas do mundo, e foi noticiado pela primeira vez domingo, 31 de março, no jornal inglês "Sunday Times".

Apocalipse em 2880
[01/04/02 - 12h10m]

RIO - Se uma previsão anunciada neste fim de semana por cientistas da Nasa estiver certa, nós, terráqueos, teremos 878 anos para descobrir uma forma de evitar nossa destruição. Jon Giorgini e Steve Ostro, ambos do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), estão convencidos de que identificaram um asteróide de mais de um quilômetro de diâmetro e grandes chances de trombar com nosso planeta em 2880. Tudo bem que não é motivo para perder o sono agora, mas, segundo os dois astrônomos, este asteróide oferece risco de colisão maior do que qualquer outro já detectado.

A possibilidade de choque é de uma para 300. Não parece tanto assim, mas, caso ocorra a colisão, ela poderá exterminar a maior parte da vida no planeta, incluindo nossa espécie. Segundo Giorgini e Ostro, o asteróide causaria destruição semelhante àquela que se acredita ter varrido os dinossauros, há 65 milhões de anos.

O asteróide em questão chama-se 1950AD e os dois pesquisadores fizeram sua projeção depois de estudá-lo melhor em março, quando a pedra gigante fez sua maior aproximação da Terra desde que foi descoberta, há 52 anos. Giorgini e Ostro anunciaram até a data do apocalipse: 16 de março de 2880.

Como o asteróide tem uma órbita altamente irregular, os cientistas disseram que seu comportamento é imprevisível. Tanto poderá passar de raspão quanto ser puxado pelo campo gravitacional da Terra. O choque com a superfície poderia arrancar pedaços da crosta terrestre e causar terremotos e maremotos cataclísmicos.

A equipe de Giorgini e Ostro contou ainda com cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e da Universidade do Estado de Washington.

Conhecida a previsão, há algumas opções. A primeira é torcer para que os cientistas estejam equivocados e que tudo não passe de um erro de cálculo. A segunda, que não exclui a primeira, é acelerar as pesquisas de soluções para destruir asteróides potencialmente perigosos. E, de qualquer modo, vale a observação de sempre: é preciso melhorar, e muito, os sistemas de identificação de cometas e asteróides potencialmente perigosos.

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31.3.02

Marilyn !!!!











A gente descobre cada coisa passeando pelos blogs da vida !
Esta foto é de uma página sobre ela. Muitas fotos ótimas....






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29.3.02

Seiscentos milhões em ação





O mundo está ficando velho. Graças ao avanço extraordinário da biotecnologia e à queda na taxa de natalidade nas últimas décadas, o novo milênio vai ser constituído por uma população de idosos em número e proporção jamais vistos na história da humanidade. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a taxa de terceira idade mundial deve quadruplicar nos próximos 50 anos, passando dos atuais 600 milhões de pessoas acima dos 60 anos para cerca de 2 bilhões. Ou seja: em 50 anos, 20% da população pertencerá à categoria de velhos.

Veja aqui o artigo sobre a discussão que a assembléia da ONU fará em Madri, a respeito do impacto do rápido envelhecimento do planeta, onde propõe que a terceira idade seja um grupo economicamente ativo.

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"Guitarrista de jazz, uma ova!"















Exaltado no Brasil e no exterior, Hélio Delmiro, que não aceita rótulos, prepara sua volta em disco.

Veja o artigo aqui.












A belle époque vem ao Brasil












Douce France Pinturas, esculturas, jóias, objetos decorativos, fotos e filmes compõem a mostra "Paris 1900", que será montada no Rio, em São Paulo e Porto Alegre.

Veja artigo aqui.










28.3.02

Sensacional site de animações em flash !!!

Veja o Bush-Pinoccio aqui. (Não esqueça de mover o mouse).

Ou o Tony-fantoche aqui.

A entrada do site está aqui.

Vale a pena explorá-lo todo, com seus menus elegantes e nada óbvios....

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25.3.02

Cora Revela a Fonte Daquela Pintura !!!



"No post em que recomendo o texto do Marcos Sá Corrêa, prometi falar mais a respeito da imagem que usei como ilustração. Ela é irmã desta que aqui está; e ambas fazem parte de Paisagens Mineiras, belíssimo conjunto de aquarelas de Mário Zavagli, feito à maneira de antigos viajantes que retrataram o Brasil, como Thomas Ender (1793-1875), Frans Post (1612-1680), Albert Eckhout (1610-1664)".

"Eu nunca tinha ouvido falar em Mário Zavagli até encontrar na redação, um dia desses, um catálogo da exposição, que fica em cartaz no Instituto Moreira Salles de amanhã (26 de março, para os mais distraídos) a 16 de junho. Fiquei deslumbrada com a obra deste mineiro de Guaxupé, que nasceu em 1956 e que, até hoje, continua em Minas, onde é professor de pintura e desenho na Escola de Belas Artes da UFMG. "


"Tudo o que eu posso dizer é: que sorte têm esses alunos...!"

Veja também artigo de Camila Molina no Estadão: "As tintas de Zavagli compõem a sua Minas Gerais"


Transcrevo um pequeno trecho:
"E a questão do tempo é identificada pelo modo naturalista como foram feitas as aquarelas. "O naturalismo é atemporal", afirma. Para reforçar esse aspecto, Zavagli colocou selos em todas as obras. "São como postais, uma coisa nostálgica." Ademais, as aquarelas foram seladas e remetidas a Thomas Ender, uma brincadeira para reforçar a homenagem. "É também uma brincadeira com o tempo, pois são cartas para o passado. É para mostrar que o tempo é circular e um agradecimento a Ender." "
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A vitalidade do instrumental brasileiro










Gilson Peranzzetta: "Minha música nunca me aproximou das multinacionais; elas querem quantidade e não qualidade"








Pequenos selos, muitos criados pelos próprios músicos, são os responsáveis pela boa saúde do gênero

Veja artigo aqui.

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23.3.02

A dica e o quadro são da Cora:



"Notícias do bom Brasil
Eu sei, está ficando monótono: cada vez que ele escreve lá, eu planto um post aqui -- mas o que é que vou fazer diante de tal show de bola?! Mais uma vez, Marcos Sá Corrêa tem que ser lido: ele fala de um Brasil do bem, que não tem nada a ver com essa nojeira geral que a televisão nos empurra goela abaixo, entre Big Brothers e Sarneys, fêmeas ou machos. Para quem desconfia que há um país melhor do que o que nos vem sendo mostrado, a prova está aqui."

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22.3.02

Arte ao alcance dos seus olhos



A partir desta edição, o Valor publica textos inéditos de pensadores contemporâneos, escritos a pedido dos artistas franceses da 25ª Bienal de São Paulo, a ser aberta no sábado.

Veja aqui.

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Sem profissão nem esperança



Textos inéditos de Oswald de Andrade revelam que escritor sofria um colapso sem precedentes no fim da carreira.



"Obra Incompleta" trará caderno com fotografias e desenhos inéditos do autor. Veja artigo aqui.

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Por Tutátis! : Os quarentões que rendem milhões



Asterix, Obelix e companhia são uma poderosa e diversificada indústria, nos moldes da Disney.

Veja artigo aqui.

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A economia no ritmo do jogo



Conheça a revolucionária teoria de John Nash Jr., personagem de Russell Crowe em "Uma Mente Brilhante", filme que concorre a vários Oscars.

""Matemáticos tendem a enlouquecer. Os economistas preferem enlouquecer os outros", afirma Armínio Fraga."

Veja o artigo aqui.









Veja também:

O que diferencia os gênios dos "mortais"






21.3.02

Usado e descartado vira bom negócio

A curta vida útil dos PCs estimula a venda de máquinas "frankenstein" com custo reduzido


Pensando que conhecia tudo do setor de informática, Wladinir Borgonovi, vice-presidente administrativo e financeiro da Sucesu-SP (Sociedade dos Usuários de Informática e Telecomunicações), espantou-se, no ano passado, com uma descoberta. Ao questionar "seu" Antonio, comprador do lote de computadores obsoletos do qual Borgonovi tentava se desfazer, descobriu estar diante de um ex-executivo da IBM, hoje dono de um comércio de computadores "frankenstein", que prospera na rua dos Andradas, em pleno centro da cidade de São Paulo.

Veja o artigo aqui.

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Retratos africanos




São fotos feitas em nove estúdios de cinco países. Africanos retratando africanos. Omar Bakor, do Quênia, e Philip Apagya, de Gana - rompem a sisudez do lambe-lambe inventando cenários e situações para realizar os singelos sonhos de seus fotografados.

Veja o artigo aqui.

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20.3.02

Conexão com o Brasil na SP Arte





"Na semana das artes plásticas, com a 25ª Bienal Internacional de São Paulo, galerias e espaços de exposições também têm chance de exibir seus acervos. Entre as mostras paralelas do grande evento está a SP Arte, no prédio da Oca (Parque Ibirapuera) aberta de amanhã ao dia 25. "

"De olho no crescente mercado da imagem fotográfica dentro do panorama das artes, Emílio Kalil foi buscar na maior coleção particular de autores brasileiros a matéria-prima para deleite dos visitantes. Visões e Alumbramentos - Fotografia Contemporânea Brasileira da coleção de Joaquim Paiva é o nome desta área da exposição. Dentre as mais de 1.800 fotos de cerca de 150 profissionais, foram escolhidas 315 obras de cem fotógrafos. Quem for até a Oca verá a diversidade, a ousadia e a força que emanam do trabalho de Sebastião Salgado, Mario Cravo Neto, Pierre Verger, Cristiano Mascaro, Claudia Jaguaribe e Rochelle Costi. Além de cliques do próprio Paiva, para quem a fotografia chegou com atraso aos museus e galerias do país, "porém, para ficar", festeja o diplomata carioca."

Mostra SP Arte
Oca, Parque Ibirapuera, portão 2, São Paulo. De amanhã ao dia 25, das 10 às 21h. Ingressos, R$ 10.
Etel Interiores: (11) 3064-1266, SP
Attilio Baschera: (11) 3663-2622, SP

Veja o artigo completo aqui.

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A vida veloz de Ayrton Senna

O jornalista inglês Tom Rubython lança uma biografia completa do piloto.

"The Life of Senna", De Tom Rubython Epress Sports, 430 págs. R$ 80

Veja o artigo aqui.

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Sob o céu do brasil

Livro critica o modelo nacional, o único a não ter legislação específica, gerido por civis e militares.

"A Política Espacial Brasileira - A Política Científica e Tecnológica no Setor Aeroespacial", De Edmilson de Jesus Costa Filho. Revan, 190 págs., R$ 24. Lançamento na segunda quinzena de abril
Por Claudia Barcellos

Veja o artigo aqui.

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Bush, o anti-global

Sergio Abranches, em www.no.com.br

"Quem achava a globalização um mau negócio e preferia o mundo menos integrado, pode ficar mais tranqüilo. Pelo menos enquanto durar a administração Bush, o governo estadunidense tudo fará para promover um retrocesso nas relações políticas e econômicas globais. Bush é um presidente medíocre, obcecado com a idéia de combater os bad guys. É o primeiro presidente americano a usar a sério o bunker que reproduz o governo americano às escondidas para manter a capacidade de governança, no caso de Washington ser destruída por um ataque nuclear. O EUA voltou à arrogância do velho imperialismo, deitando regra para todo o mundo, imaginando que seu mau comportamento está acima do bem e do mal."

Veja o artigo completo aqui.


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19.3.02

MAM expõe o Brasil do século XX




"Imagens do Brasil: 80 anos de Modernismo", Com as coleções Cisneros e Nemirovsky. Museu de Arte Moderna de São Paulo (Parque do Ibirapuera, portão 3). De quinta-feira a 16 de junho. Às terças, quartas e sextas, das 12h às 18h; quintas, das 12h às 22h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h. R$ 5 (meia para estudantes e entrada franca para menores de 10 e maiores de 65 anos)

Veja artigo aqui.







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Um livro sobre "o George Washington do jazz"



"The Thelonious Monk Reader" reúne artigos, críticas e entrevistas do inesquecível músico.

"Trinta anos após fechar seu piano para sempre e 20 depois de sua morte, em 17 de fevereiro de 1982, Thelonious Monk continua tão atual e inexplicável quanto nos idos de 1947. Naquele ano, mais precisamente em outubro e novembro, ele entrou pela primeira no estúdio da Blue Note. E já emplacou pelo menos oito de seus clássicos da gema, como "Ruby My Dear", "Well You Needn't", "Off Minor", "Introspection", "In Walked Bud", "Monk's Mood" e o maior de todos, "Round Midnight" ".

Veja artigo aqui.

Mas veja também (aqui):

T.S. Monk mostra a evolução de seu trabalho, entre o jazz, o funk e o pop








"T.S. Monk", Hoje e amanhã às 22 h, no Bourbon Street (rua dos Chanés, 127, Moema, São Paulo, tel. 0xx11/5561-1643). Ingressos: de R$ 65 a R$ 120.



"A música do baterista T.S. Monk não tem grande parentesco com a do pai, o legendário pianista Thelonious Monk (1917-1982). Isso não impede que T.S. seja um dos melhores bateristas da atualidade e não diminui a relevância de sua música, uma sensível combinação de jazz, funk e pop. Dois anos depois de sua última apresentação no Brasil, T.S. está de volta, trazendo na bagagem "Higher Ground", seu sexto disco, que sai nesta semana nos EUA."











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O Erro do Arquiteto




Reabre para visitas hoje, terça-feira, Fallingwater , um dos maiores marcos da arquitetura norte-americana no século 20 e por muitos considerada a obra-prima de Frank Lloyd Wright, que desenhou entre outros o prédio do Museu Guggenheim de Nova York. A casa, pendurada em um bosque sobre o ar e com uma cachoeira escorrendo por baixo foi erguida em 1935 e tinha um erro de projeto. Estava caindo .

Veja artigo do NO, aqui.












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Cronicamente Drummond

No ano dedicado ao poeta, 'site' reúne seus textos para jornal




Veja artigo aqui.

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Fotógrafos vão apresentar na Bienal de Arte uma reflexão original sobre a cidade contemporânea.

A metrópole vista por lentes francesas



"A metrópole e suas relações com a criação artística é o grande tema da 25ª Bienal de São Paulo, que começa no sábado. A França será representada pelo fotógrafo Jean-Luc Moulène e por Anri Sala, jovem fotógrafo e videoartista albanês radicado em Paris. Ambos desenvolvem uma reflexão original sobre a cidade contemporânea, marcada por novas formas de trabalho, de convivência e de apropriação do espaço."

Veja artigo aqui.

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Chelpa Ferro apresentará concerto de lataria na abertura da Bienal



"A idéia de arriscar em campo desconhecido é fundamental para o Chelpa Ferro, grupo de artistas que integra a seleção brasileira da 25ª Bienal Internacional de São Paulo. "Não sei por que a gente tem a segurança de fazer o que faz", diz o artista plástico Luiz Zerbini, um dos quatro membros do Chelpa. Os outros, todos velhos amigos em torno dos 40 anos, também com carreiras sólidas em suas respectivas áreas, são Jorge Barrão, artista plástico, Sergio Mekler, editor de imagens, e o produtor musical Chico Neves.

Pelo inusitado, o trabalho do Chelpa Ferro parece despertar nos críticos um impulso de comparação, seja com futuristas e dadaístas (Kurt Schwitters em particular) ou com artistas como Joseph Beuys, John Cage e até Stockhausen. Seus integrantes se dizem profundamente honrados com as companhias, mas preferem se submeter apenas ao acaso."

Veja artigo aqui.

17.3.02

Metro rouba leitores de concorrentes tradicionais com jornais gratuitos

"O publisher sueco Pelle Törnberg não tinha a ilusão de ser aplaudido quando lançou dois tablóides na França, em 18 de fevereiro. Mas o CEO da Metro International também não esperava que boa parte da tiragem de seus jornais acabaria dentro do Sena. Foi o que aconteceu quando irados trabalhadores sindicalizados, empregados em jornais concorrentes, invadiram o centro de distribuição da Metro, na zona Leste de Paris, e levaram milhares de jornais. Os sindicatos de Marselha também deram sumiço a boa parte da tiragem do primeiro dia". Veja a reportagem aqui.

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O dia em que a imaginação tomou o poder



"Imagine Nation" debate o que era bom na contracultura e também o seu lado sombrio

"Imagine um mundo em que a imaginação tomou o poder. Onde tudo é permitido, o sexo é livre, assim como as drogas, onde não há preconceitos, a tecnologia liberta e o rock ainda é vital. Este é o mundo de "Imagine Nation", um livro que celebra a contracultura dos anos 60 e 70, editado pelos americanos Peter Braunstein e Michael William Doyle."

"São 14 ensaios, escritos por acadêmicos e jornalistas, divididos em seções sobre política cultural e racial, identidade sexual, a mídia, a psicodelia e a música, além de visões alternativas da sociedade, baseadas em tecnologia e comunidades livres de 35 anos atrás. Seus capítulos debatem Jimi Hendrix, a Nova Esquerda, o cinema de vanguarda, o teatro de guerrilha, os quadrinhos underground e a LSD com uma preocupação de estudiosos. É tudo História, segundo seus editores. Mas nem tudo é "paz e amor", pelo contrário. "Imagine Nation" não doura a pílula, mostrando o "lado sombrio" dos anos 60."

Veja o artigo aqui.

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O duelo do DNA : Paranóia ou mistificação?



Em novo livro, Francis Fukuyama diz que história não chegou ao fim por causa da futura revolução biotecnológica, para a qual pede regulamentação

Veja o artigo aqui.


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Afogado em números






"A economista e jornalista Sylvia Nasar, 41, é a autora do livro Uma Mente Brilhante (Record, 585 págs., R$ 43, trad. Sergio Moraes Rego), biografia que inspirou a versão cinematográfica sobre a vida de um dos matemáticos mais brilhantes dos últimos 50 anos, John Forbes Nash Jr. Vencedor do Nobel de Economia em 1994, com um trabalho feito aos 21 anos."



Veja o artigo e a entrevista aqui.

14.3.02

Domenico De Masi e Frei Betto discutem o futuro da educação




O sociólogo italiano Domenico De Masi, que visita o Brasil com regularidade e se tornou um campeão de vendas com seis livros lançados no país desde 1997, encontrou-se com o dominicano Frei Betto (autor de 48 títulos publicados) para discutir os valores duradouros e transitórios, existenciais, sociais e culturais que devem nortear a educação do jovem contemporâneo.

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Telespectador e internauta fazem a diferença no "Vitrine"



O "Vitrine" voltou ao ar esta semana, na TV Cultura, depois de um longo período de férias. Vitrine de tudo o que é novidade na mídia, o programa apresentado por Marcelo Tas deixa o espectador informado sobre o que acontece na TV, internet, imprensa escrita, no meio publicitário e também sobre eventos culturais. A novidade é que, além da mudança de cenário e de uma participação maior dos repórteres Fernanda Danelon e Rodrigo Rodrigues, agora os telespectadores vão ter mais voz, tanto via e-mail quanto por telefone.

Os aficionados poderão acompanhar todo o processo de produção do programa pelo site ( www.tvcultura.com.br ). É que a partir desta semana o "Vitrine" terá um "blog" - diário na internet no qual todos os funcionários do programa escreverão o que bem entender sobre o andamento da próxima edição. "É uma forma de o espectador saber, na hora que quiser, o que a gente está aprontando para ir ao ar e ainda o que a gente pensa sobre os assuntos que estão em pauta no momento", explica o apresentador Marcelo Tas.

Veja o artigo aqui.

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Brasilianista vê antiamericanismo pós-ataques

Os ataques terroristas sofridos pelos EUA no dia 11 de setembro trouxeram à tona um forte e disseminado sentimento antiamericano existente no Brasil. Desconhecido da maioria dos americanos, esse sentimento foi retratado num artigo do brasilianista Kenneth Maxwell, pesquisador do Council on Foreign Relations (CFR), o mais influente "think-tank" dos EUA em matéria de política externa.

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